Categorias
Pequenas Doses

PEQUENAS DOSES

Luiz Antônio Nogueira da Guia.

Críticas & Críticas

A oposição, nas redes sociais, ao governo do prefeito Serginho Azevedo, é na sua quase totalidade provocada por rachas no próprio espectro ideológico da direita: de alguma forma, gente que não se sentiu recompensada pelo apoio dado durante o processo eleitoral de 2024, que elegeu Serginho Azevedo prefeito de Cabo Frio. É uma questão interna, que transborda nas redes sociais.

No Campo Progressista

No campo progressista, entendendo-se como tal o PDT, o PT, o PSB, e com muito boa vontade o PSDB e o MDB, apenas o ex-deputado Janio Mendes, líder do PDT em Cabo Frio, tem se posicionado permanentemente com críticas ao governo de Serginho Azevedo (PL).

O MDB de Marquinho Mendes

Os sites locais noticiaram que o ex-prefeito Marquinhos Mendes, líder do MDB, estaria procurando outro partido para ser candidato no pleito de outubro de 2026. Marquinho Mendes, não confirmou as notícias de sua saída do partido e parece aguardar momento mais incisivo do ano eleitoral para confirmar possível candidatura.

A Esquerda

O PSOL, a Unidade Popular e a Rede Sustentabilidade ainda não lançaram nenhum nome local como candidatos a Assembleia Legislativa (ALERJ) e a Câmara de Deputados Federais. Até aqui a tendência é de desenvolver campanhas por candidaturas de nomes com atuação nacional, como o deputado Gláuber Braga (PSOL), que deve ter o apoio, em Cabo Frio, da Unidade Popular e Heloisa Helena, que deve vir candidata pelo PT, mas tendo por base sua sigla original, a Rede.

Quem paga a conta?

Em Búzios, município com eleitorado relativamente pequeno, o prefeito Alexandre Martins (Republicanos) vai criar mais três subsecretarias, aumentando a burocracia e criando novos cargos e encargos. É evidente, com mais custos a serem pagos pelos cidadãos-contribuintes da cidade. Tudo isso de olho espichado nas eleições de outubro.

Chuvas, Alagamentos e o Desgaste

Os prefeitos tem perdido muitos pontos junto a opinião pública em função das chuvas torrenciais e o despreparo das cidades para lidar com esse problema, que se agrava como consequência do aquecimento global. São muitos anos de ocupações em áreas de risco, em decorrência da falta de políticas públicas no campo habitacional. Seguidos alagamentos provocados pelo baixo investimento nas galerias de águas pluviais e na própria defesa civil etc.

Chover no Molhado

Fica claro, que o problema vai muito além da crítica oportunista voltada para desgaste dos adversários de ocasião, ganhos políticos e eleitorais, sem que se mexa numa questão básica: é preciso mudar profundamente o planejamento das administrações municipais, levando-se em conta a questão do aquecimento global e suas consequências para a população. Caso contrário resta continuar a “chover no molhado”

Compartilhe este Post com seus amigos:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *