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Pequenas Doses

PEQUENAS DOSES

Luiz Antônio Nogueira da Guia.

O “tapetinho” continua?

O “tapetinho”, plantado por Serginho Azevedo em diferentes bairros de Cabo Frio, depende muito do governo do estado, mas Cláudio Castro deve deixar o Palácio Guanabara. Pode ser afastado pela Justiça Eleitoral ou por vontade própria para encaminhar sua candidatura ao Senado. Resta saber se a mudança provoca alguma alteração na relação do prefeito de Cabo Frio com o governo do estado.

Metralhadora Giratória

O prefeito de Campos, Wladmir Garotinho, filho do ex-governador Anthony Garotinho, deve ser o vice de Eduardo Paes, na chapa montada pelo prefeito do Rio para tentar se eleger governador, em 2026. O ex-governador Garotinho tem retornado as redes sociais como “metralhadora giratória” sobre a política fluminense.

O Problema é o Bolsa Família?

Os deputados federais, além de incontáveis privilégios, tem salário de 45 mil reais. A cota parlamentar é de 40 mil e a verba de gabinete é “apenas” de 125 mil. Mesmo assim eles colocam a culpa dos problemas brasileiros no Bolsa Família, no fim da escala 6 X 1 e a cessão do botijão de gás para as famílias pobres. É muita cara de pau!

Quais são os candidatos?

O papo que mais rola nas rodas de café, no centro da cidade é como vai se dar a arrumação político-eleitoral, nesse ano de 2026. O prefeito Serginho Azevedo tem se mantido em “silêncio obsequioso”, ao menos nas redes sociais, enquanto os boatos sobre as candidaturas a Assembleia Legislativa (ALERJ) se multiplicam. Nomes como Alfredo Gonçalves, Waguinho Simão, Mauro Bernardo, Jefferson Vidal, entre outros, são citados a toda hora.

A Conferir!

Na oposição o nome mais citado é o do ex-prefeito Marquinho Mendes, que apesar de estar no MDB, diz que está procurando partido para se lançar candidato a Assembleia Legislativa (ALERJ). Marquinho Mendes garante que tem plenas condições políticas e jurídicas para implementar a candidatura: a conferir!

No campo da esquerda

No campo da esquerda propriamente dita até o momento não apareceu nenhuma candidatura local, que tenha capacidade de aglutinar votos e apoios no município e na Região dos Lagos. Até aqui existem núcleos partidários no PSOL, Unidade Popular (UP) e Rede Sustentabilidade, que tem a perspectiva de união em torno de candidaturas de fora do município.

A Barbárie de todo dia 1

Qualquer página ou portal na Internet, que cuida de assuntos policiais que nunca cessa a política de “enxuga gelo”: apreendida tal quantidade de drogas, preso traficante da favela tal, em meio a troca de tiros entre bandidos e policiais morreu um morador, etc. Todo dia a mesma barbárie, sem qualquer solução. Tem gente ganhando com esse fuzuê? Claro que sim, caso contrário tinha encerrado o assunto há muito tempo.

A Barbárie de todo dia 2

O pior de tudo é que a violência extrema, as matanças sistemáticas da população pobre e desasistida pelo Estado rendem muitos votos. Alimentam as carreiras administrativas e políticas de notórios genocidas, que no dia-a-dia estimulam o ódio como prática, anunciando assassinatos como ‘solução final’ (a expressão lembra algo ou alguém?) como remédio para o complexo problema da violência urbana.

Sette e a Revolução

O cineasta mineiro/cabofriense José Sette de Barros, realizou o antigo sonho de fazer o filme “Teophilo Ottoni, A Revolução”, transformado em série para ser exibido na TV Brasil. Até o momento a TV Brasil, continua escondendo nas telinhas esse filme que analisa a revolução liberal, no Brasil, em pleno século XIX. Teophilo Ottoni nasceu no povoado de Serro (Minas Gerais) em 1807 e morreu no Rio de Janeiro, em 1869.

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