
Luiz Antônio Nogueira da Guia.
Repaginação 1
O governo enfrenta problemas também na orla da Praia do Forte onde se acumulam carrinhos, que vendem de tudo o que se pode imaginar, obstruem a vista da praia e deixam mau cheiro de óleo pra lá de usado. A saúde coletiva e o Procon bem que poderiam fazer umas visitas regulares para examinar a qualidade do que é oferecido aos consumidores.
Repaginação 2
A “praia mais bonita do mundo” é apreciada com dificuldade pelos turistas tal a quantidade de quiosques e carrinhos, na orla: a vista é quase uma fresta. Na Praça da Cidadania então a situação é ainda pior, são dezenas de boxes e carrocinhas que impedem até mesmo a livre circulação das pessoas.
Repaginação 3
Quem lembra do objetivo inicial da Praça da Cidadania? Divulgação do artesanato local. Nunca se concretizou. A Praça da Cidadania tem tudo, menos artesanato, isto é, gastou-se um dinheirão público, sob o pretexto de incentivar a produção e o comércio de artesanato e nada. Até hoje, ficou por isso mesmo. Vergonha!
Repaginação 4
É óbvio que o governo municipal encontra dificuldades políticas para ordenar do jeito que gostaria o entorno da Praia do Forte, mas não pode ceder para ao final do mandato possa entregar o que prometeu em termos de organização e requalificação. É uma parada duríssima, até porque 2026 é ano eleitoral.
Quando?
Por falar em orla da Praia do Forte, a coluna gostaria de fazer duas perguntas: quando vai terminar a obra de reforma do Teatro Municipal Inah de Azevedo Mureb e a sua entrega a sociedade? Quando o governo vai dar a devida atenção ao Museu do Surf, obra de Telmo Moraes, que tem grande aceitação entre o público?