
Luiz Antônio Nogueira da Guia
Ano Eleitoral – 1
A hegemonia política do “Bloco Conservador” na Câmara de Cabo Frio é evidente, os progressistas não conseguiram eleger ninguém, na eleição de outubro de 2024. Não significa que o prefeito Serginho Azevedo não vai ter alguma dor de cabeça, no Legislativo. Afinal, os vereadores estão acostumados a fazer alianças eleitorais de meio de mandato para alavancar projetos de reeleição.
Ano Eleitoral – 2
Tudo leva a crer a acomodação de interesses entre o prefeito e os vereadores. A tendência é caminhar juntos na campanha para a Assembleia Legislativa e as dissonâncias, previamente acertadas, aparecerem para a Câmara Federal. Quando o acerto não se dá, aí sim acontecem retaliações aqui, ali e acolá. A conferir!
Ano Eleitoral – 3
O “ano eleitoral” vem sendo arrumado desde 2025 ou até antes, mas como tudo no Brasil, antes do Carnaval nada virá a público, ao menos com muita força, porque Momo engole tudo, até mesmo o noticiário político. De qualquer forma o “Bloco Conservador” pode apresentar algumas fissuras, em 2026, exceto se as “chuvas e trovoadas” vierem de cima.
Carnaval
“A banda do Costa Azul Iate Clube dá o pontapé inicial da folia em Cabo Frio no dia 10 de fevereiro, a partir das 16h recebendo o Grupo de Samba de Raiz “Encontro de Terça”, um encontro mais que especial para quem ama samba, história e tradição.”
No andar de cima
A candidatura de Flávio Bolsonaro a Presidência da República revela que a Família Bolsonaro quer garantir a hegemonia na direita e ultra-direita, mesmo que perca a eleição presidencial. A Família, apesar das brigas internas, sabe que Tarcísio, Caiado, Ratinho Jr e outros tantos conservadores, logo que tiverem a oportunidade vão colocar os Bolsonaros no nicho da ultra-direita e ponto.
O Minotauro Brasileiro
A mídia corporativa brasileira continua procurando o seu Minotauro, aquele ser que todo mundo diz que existe, mas ninguém encontrou pra valer: a direita democrática e civilizada. Ora como acreditar no Minotauro Brasileiro, se a direita dita civilizada apoiou as sanções econômicas norte-americanas contra o Brasil e a intervenção de Trump na Venezuela?
Dois pesos e várias medidas
Em relação a política internacional a mídia corporativa brasileira segue a linha do Departamento de Estado dos EUA. Alguns noticiários conseguem a proeza de serem “mais realistas que o próprio rei”, desrespeitando a soberania dos países latino-americanos. Chama Maduro de Ditador e Netanyahu de Chefe de Estado.
A Taxa de Desemprego
A taxa de desemprego chegou ao patamar de 5,1%, o menor das pesquisas feitas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo IBGE, mas a mídia corporativa está preocupada com o déficit público. Tenta com isso encontrar a justificativa para manter os astronômicos juros de 15%, favorecendo, é óbvio, o mercado financeiro.
