FISCAL & BEDEL

Fiscal & Bedel

Cuidado! O prefeito de Cabo Frio, José Bonifácio, não é fiscal de posturas e muito menos um arisco bedel. Cabe aos secretários e outros ocupantes de cargos de confiança assumir esse desgaste, absolutamente desnecessário ao prefeito. Depois não sabem explicar as razões da queda de popularidade da administração.

Chefetes & Feitores

Seria mais interessante que o prefeito conhecido por seu respeito aos servidores públicos municipais visitasse com mais freqüência as secretarias. Que tal conversar com os funcionários mais humildes longe dos eventuais ‘chefetes’ de plantão? Alguns se comportam como feitores e o custo político cai sobre o prefeito.

O cotidiano é importante

É preciso que se diga que as três últimas administrações foram absolutamente desastrosas. Não conseguiram sequer pagar em dia os salários dos funcionários públicos municipais. O governo de José Bonifácio foi cercado de imensa expectativa: arrumar a casa e prepará-la para o futuro, livrando-a em definitivo do fantasma dos “sheiks do petróleo”.

Falta um olhar mais sensível

O governo está cumprindo parcialmente e com muita dificuldade os seus objetivos. Promove o saneamento das finanças e da administração. Só isso não basta! Precisa prefeitar. Ficar bem mais atento ao cotidiano da população, melhorando consideravelmente a qualidade de vida, tornando o dia a dia mais belo e agradável. Não custa caro! Vale um olhar mais sensível.

Mamão com açúcar

O que adianta sanear as finanças como um bom “guarda livros” e depois entregar de volta a cidade aos que a esculhambaram? Ou jogá-la nos braços de neofascistas, babando de ódio e ávidos para controlar o mais importante município da Região dos Lagos? A turma vai pegar “mamão com açúcar” e ainda atraírem para si os louros que nunca mereceram.

As múltiplas faces

A extrema direita tem múltiplas facetas na Região dos Lagos e Cabo Frio e procura capturar aqueles que se consideram injustiçados. Na verdade, trabalham para as elites mais reacionárias, que pregam o retrocesso em todos os setores da vida pública.

A invasão do Palácio de Inverno?

Quem se lembra da invasão do quartel do corpo de bombeiros no Rio de Janeiro, um movimento claramente de extrema direita, travestido de luta contra a corrupção e as injustiças? Basta com calma examinar que figuras lideraram o movimento e quem dele se beneficiou. Na época, pelo mais puro oportunismo parte da esquerda, PSOL e PT apoiaram. Deu no que deu!

Há governo? Tô dentro!

Na extensa aliança que elegeu José Bonifácio, liberais, conservadores, sociais democratas, ambientalistas convivem e razoavelmente bem. É inaceitável, porém, a presença de reacionários, gente que se agarra a qualquer governo como aquelas cracas que colam nos cascos dos barcos e de lá não desgrudam.

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