APOIO COMPLICADO

O eventual apoio de Marquinhos Mendes a Aquiles deve ter passado por muitas conversas e duras negociações. Afinal, o ex-prefeito não estava nada satisfeito com a postura de Aquiles quando da votação do parecer do Tribunal de Contas, na câmara, que acabou por inviabilizar sua candidatura.

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SUICÍDIO POLÍTICO?

A câmara deve abandonar a postura branda e começar a se posicionar com maior dureza diante de tantas denúncias, que envolvem o governo. As eleições estão chegando e a rejeição ao governo Adriano Moreno/Cati é muito grande. Caminhar com o governo pode se transformar em suicídio político.

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OSs NOVAMENTE?

O retorno da tentativa de colocar uma OS na saúde pública de Cabo Frio no fim do governo é um absurdo. No Estado, a experiência foi péssima, com superfaturamento e outros atos ilícitos. O próprio secretário Sérgio Cortes acabou preso, em 2018.

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FALTA LIDERANÇA!

Cabo Frio sempre teve políticos, que, se destacaram pela liderança no município e em toda a Região dos Lagos. Gente como José Bonifácio, Alair Corrêa, Marquinhos Mendes e Ivo Saldanha. Alguém consegue visualizar Adriano como líder político?

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SERIA CÔMICO, SE NÃO FOSSE TRÁGICO

As paredes murmurantes do Palácio Tiradentes dão conta que o prefeito prepara um processo para eventos no valor de mais de 11 milhões de reais em plena pandemia. Absurdo! Afinal, 3 mil contratados da secretaria de educação acabam de terem seus contratos interrompidos.

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FALTA PLANEJAMENTO E COMPETÊNCIA

Se não bastassem os salários atrasados em quase todo o governo Adriano Moreno/Cati a retirada da insalubridade e das horas extras, os servidores da saúde têm que conviver com um risco desnecessário, apenas por falta de planejamento e competência.

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O QUE SE PASSA?

O que passa na cabeça do prefeito Adriano Moreno? O prefeito, além de médico é servidor concursado da prefeitura. São muitas as denúncias feitas por seus antigos colegas de trabalho sobre o descaso da prefeitura, do prefeito e do secretário de saúde. Falta o básico necessário para a proteção daqueles que estão na linha de frente no combate ao covid-19.

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A AGENDA POLÍTICA

Parceria

José Bonifácio (PDT) e seu coordenador, o vereador Rafael Peçanha (Cidadania) está trabalhando dentro do mesmo discurso político. Como o campo ideológico é bastante semelhante, a tendência é a parceria dar muito certo.

Agenda cheia

O grupo político de José Bonifácio festeja, depois de muitos anos, o grande número de candidatos a câmara de vereadores. O trabalho “formiguinha” feito por diferentes parceiros, inclusive o vereador Rafael Peçanha, deu frutos. O embate será certamente com o bolsonarismo.

O Bolsonarismo faz água

As pesquisas de opinião mostram que o bolsonarismo tem cada vez maior rejeição junto à opinião pública. O seu comportamento no tocante a pandemia do covid-19 tem aumentado as restrições a aqueles que o acompanham. João Dória, Wilson Witzel e o MBL pularam fora de um barco, que está afundando.

Alça do Caixão

Em Cabo Frio, o governo Adriano Moreno/Cati, o deputado Sérgio Luiz Azevedo, o deputado Mauro Bernardo e o MBL navegaram na onda bolsonarista nas eleições de 2018. Quem vai agüentar segurar na alça do caixão bolsonarista na eleição municipal de 2020?

O avanço tecnológico

Em outra época o isolamento social impediria quase a totalidade dos contatos políticos e a própria formação das nominatas para as câmaras de vereadores. O avanço da tecnologia salvou as lideranças e os partidos políticos e acabou por ampliar os contatos com as comunidades nos bairros.

Fim das coligações nas proporcionais

Com o fim das alianças e coligações para as eleições proporcionais ficaram ainda mais importantes as articulações para a formação das nominatas dos candidatos a sentar nas macias poltronas do plenário Oswaldo Rodrigues, na câmara de Cabo Frio. Muitas vezes a eleição para vereador se define nesse momento.

“Mortos & Feridos”

No final da “janela”, em abril houve um embate entre o Democratas e o Republicanos, leia-se Miguel Alencar (ex-secretário de governo) e Luis Geraldo (presidente da câmara): entre “mortos e feridos, escaparam todos”, embora algumas faíscas tenham cruzado os céus de Cabo Frio.

Com a ajuda da “máquina”

O Democratas, por conta da imensa impopularidade do governo de Adriano Moreno/Cati, derrapou, mas com uma ajuda aqui, outra acolá, e um empurrão da “máquina”, conseguiu formar uma nominata ao gosto da reeleição de Miguel Alencar. Vai precisar de muito “óleo”, talvez de girassol.

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Quem é o cabo-friense? José Correia Baptista

Dá para definir o cabo-friense? Cabo-friense entendido não só como aquele que nasceu aqui como quem veio para aqui viver e se integrou à sociedade. Esse cabo-friense que idealizamos tem traços comuns? Se formos fechando o foco para unidades sociais – antigos moradores, pescadores, ex-funcionários da Álcalis, profissionais liberais, e assim por diante -, vemos que definir o cabo-friense vai se mostrando bem complexo, na medida em que cada um tende a chegar mais a um conceito restritivo que própriamente ampliado. A realidade, no entanto, é que as pessoas têm uma opinião sobre o meio em que vivem e as pessoas com que convivem, resultado de suas vivências. São visões subjetivas, dignas de consideração, muitas vezes impressões compartilhadas, o que dá uma sensação de objetividade.

Há alguns anos conversei com algumas pessoas integradas a Cabo Frio (texto publicado na revista “Nossa Tribo”) e fiz essa pergunta: quem é o cabo-friense? Das cinco, quatro nasceram e residem em Cabo Frio, e uma reside há quase cinquenta anos embora não tenha nascido aqui. Resumidamente, disseram que o cabo-friense “é sacana [no sentido de brincalhão], mas nostálgico, [por estar] distante do que a cidade já foi” (Meri Damaceno, pesquisadora); “é uma pessoa ligada à sua terra” (Yone Nogueira, professora); “é um provinciano, reservado, e que vê o forasteiro como competidor” (Gerson Tavares, diretor de cinema, não nasceu aqui); “um acolhedor e saudosista” (José Bonifácio, ex-prefeito e economista); e, se reportando às mudanças que a sociedade cabo-friense veio sofrendo ao longo do tempo, o professor Luiz Antonio Nogueira da Guia dividiu a sociedade em torno do poder, entre as famílias tradicionais, ligadas ao poder, e as famílias tradicionais empobrecidas, fora do poder, observando que “Cabo Frio não tem mais referências que favoreçam um projeto para a cidade.”

Nestes quarenta anos que vivo em Cabo Frio diria que concordo com estas cinco avaliações. Poderia acrescentar até uma outra que considero adequada para descrever o cabo-friense e que encontrei em Samuel Ramos em “El perfil del hombre y la cultura en México”: “o mexicano [o cabo-friense] é um ser que quando se expressa, se oculta; suas palavras e gestos são quase sempre máscaras.” Creio que esses pontos de vista, acabam falando mais de nós, de como vemos as coisas, do que verdadeiramente de como o mundo é.

Há 202 anos, em 1818, o botânico francês Auguste de Saint-Hilaire ao visitar Cabo Frio também deixou registrada a sua opinião sobre os cabo-frienses em seu livro “Viagem pelo distrito dos diamantes e litoral do Brasil”: “notei nos colonos de Cabo Frio essa frieza, essa indolência, essa estupidez que eu havia observado desde o Rio de Janeiro nos colonos do litoral.”

É muito vago falarmos de um ser social. Na verdade existem os cabo-frienses. E não esse ser cabo-friense que procuramos construir muito precáriamente. Esse ser é uma realização arbitrária, que pode estar em nossa caixa de ferramentas cognitivas para nos ajudar a representar o mundo, mas que apenas funciona como rastreamento à nossa vivência. Porque o cabo-friense não é uma essência. Mas história de pessoas que vão tocando suas vidas em sua cidade.

(*) José Correia Baptista é jornalista, sociólogo, professor de português-literatura pela UFF e ex secretário municipal de cultura de Cabo Frio.

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SARAH DHY

Sarah Dhy canta Bossa Nova, MPB e o repertório de Frank Sinatra e Tony Bennett. Sarah está fazendo belíssimos shows online.

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sarahdhy@hotmail.com

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