PEQUENAS DOSES

A justiça não tem o menor respeito pela população de Búzios. André Granado e Henrique Gomes se revezam na prefeitura, com imensos prejuízos para a população.

Em Cabo Frio, a guerra entre algumas facções políticas se acentua nas chamadas redes sociais da Internet. Fica difícil para qualquer observador identificar as diferenças entre o “falso” e o “verdadeiro”.

O governo municipal ainda não conseguiu formatar uma pauta de boas notícias para melhorar a imagem da prefeitura de Adriano Moreno, que sofre sério desgaste. Falta o “dedo político” e sombra competência técnica, na comunicação social.

A presença do governador Witzel, na Região dos Lagos, assanhou prefeitos e demais políticos. Pura encenação! O Estado do Rio está quebrado, mal consegue pagar os salários dos servidores públicos. O governador tem pouco ou nada a oferecer. Talvez alguma foto ou outra, na tentativa de demonstrar prestígio.

Não é de hoje que os políticos “sucupiranos” da Região dos Lagos “brigam” para sair em fotografias junto a autoridades ditas estaduais e nacionais. Depois é um “corre-corre” para apagar as imagens, as legendas e tentar salvar a reputação.

O Hospital da Mulher foi reaberto e ao que parece finalmente ficou acertado o acordo com o Cremerj. Agora o governo tem o tempo necessário para os ajustes na saúde pública do município.

Caso as auditorias feitas por órgãos independentes e com credibilidade tivessem sido realizadas, certamente o governo municipal estaria municiado de dados para governar. Não fez, agora agüenta a “oposição” estrilar.

Na época a “desculpa” é que essas auditorias independentes seriam muito caras. O prejuízo que hoje o governo e a população amargam é bem maior que o de uma auditoria feita por instituição de respeitabilidade e credibilidade.

Freqüentadores de bares, cafés e até lanchonetes garantem que o confronto público entre o ex-secretário de educação, Cláudio Leitão e o secretário de fazenda, Antônio Carlos Vieira, o Cat ainda vai dar muita dor de cabeça a prefeitura de Adriano Moreno.

A nova presidente da ACIA, Patrícia Cardinot, tem sido observada por alguns agentes políticos poderosos. Querem a presidente da ACIA para vice-prefeita, numa chapa, para as eleições de 2020.

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O DIA DE JULIO

Tudo começa no ano 1900, com o choro de um recém-nascido, e termina cem páginas depois, no ano 2000, com os últimos suspiros de um homem de 100 anos. O dia de Julio (originalmente serializado em Love and Rockets Vol. 2, mas nunca completado até agora), é a última graphic novel de Gilbert Hernandez, uma obra-prima narrativa elíptica e emocional que traça uma vida – de fato, um século em uma vida humana – em uma série de vinhetas cuidadosamente trabalhadas, sempre surpreendentes e cativantes.

Há esperança e alegria, há perseguição e luto, há guerra (muita guerra – trata-se, afinal, do século XX), há amor, há corações partidos. Esta é uma história singular e autônoma que contribui para sedimentar a posição de Hernandez como um dos mais importantes e originais quadrinistas deste século, ou de qualquer outro.

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A PATULÉIA E A MARÉ VERDE

Não é de agora que a velha senhora, o orgulho maior de Cabo Frio, vem sofrendo com toda sorte de maus tratos. Os prefeitos que por aqui passaram, de todas as cores e bandeiras partidárias, não a cuidaram com carinho.

Talvez por inveja os engenhosos bolaram e construíram uma afronta a sua beleza, como a desafiá-la. Tentaram transformar em atração turística, na frente da Praia do Forte (Praia da Barra) aquela piscina de água doce, com pedras artificiais, ridículas e cuja manutenção é caríssima aos cofres públicos.

Está lá jogada, como monumento ao mau gosto, reveladora do autoritarismo provinciano e “sucupirano”, sem a graça e o humor ácido dos personagens de Dias Gomes. Algum dia, quem sabe, pode se apresentar alguém de bom-senso para aterrar e criar um belo jardim. Até porque nos dias que correm desperdiçar água doce não está dando muita audiência.

Nos últimos dias as redes sociais e até mesmo o lento jornalismo da InterTv trataram da “maré verde”, que inundou o Canal do Itajuru e avançou sobre o Oceano Atlântico junto a Praia do Forte. Logo apareceram os “especialistas” para informar e explicar a nós da “patuléia”, que a “maré verde” era formada por algas, mas que sossegássemos, não eram perigosas a saúde.

Como o blog é apenas “especialista em generalidades” podemos afirmar com segurança, que a “ocorrência” é gerada por esgoto não tratado, poluição, cocô mesmo ou qualquer outro nome que queiram dar.

A patuléia agradece aos envolvidos.

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PEQUENAS DOSES

O ex-vereador e ex-presidente da câmara Wilmar Monteiro, garante que se tudo der certo, vai se tornar o mais longevo candidato ao legislativo municipal, no pleito de 2020. Saravá!

O ex-vereador Rui Machado não cessa de fazer contatos políticos, nem por um segundo. Rui Machado, que durante muitos anos esteve ligado a Marquinhos Mendes, hoje adormece acalentado pela equipe do deputado Sérgio Azevedo Filho.

Uma pergunta que não quer calar: por que o bravo Cremerj, tão ético e fiscalizador em relação a Cabo Frio, não têm ação tão intensa, digamos assim, na rede hospitalar do Rio de Janeiro. As condições não são diferentes, até piores, que aquelas do Hospital da Mulher.

Mais enrolado, atabalhoado e sem direção, que o governo de Adriano Moreno, impossível. Entretanto, seria interessante investigar se algum setor específico saiu perdendo, na área de saúde. Que tal uma auditoria independente, pegando esse e os governos anteriores?

Todos sabem que a crise na saúde pública de Cabo Frio não começou da noite para o dia, na prefeitura de Adriano Moreno. Refrescando a memória, Alair Francisco Corrêa e Marquinhos Mendes, nos dois últimos mandatos, vivenciaram crise do mesmo porte ou mais séria.

Engraçado, que alguns arautos e denunciantes da crise atual estavam envolvidos “até o pescoço”, participando ativamente da gestão nos governos passados. Como explicar a tardia indignação civilizatória?

A renovação de nomes nas assembléias e câmaras nem sempre significa a mudança de hábitos na política. Nada mais velha, que a “nova política” dos deputados, que assumiram recentemente suas macias poltronas, na ALERJ. Os “rapazes” fazem corar políticos experimentados.

Hoje, ás 15 horas, acontece no Shopping do Peró, Audiência Pública, convocada pelo Ministério Público Federal (MPF) para discutir e esclarecer sobre o projeto de maricultura, na Praia do Peró.

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A secretaria de cultura promove, no próximo domingo, 26, a partir das 11 horas, o recital de Kéren-Hapuk, Canto à Liberdade, no Parque da Fonte do Itajuru.

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STÚDIO BUNKER NA SEMANA DE COMUNICAÇÃO DA VEIGA

Marcos Azevedo o criador do Stúdio Bunker, na Semana de Comunicação da Universidade Veiga de Almeida.

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NEM TUDO ESTÁ COMO ANTES NO QUARTEL DO ABRANTES

O governo vai, aos poucos, retornando a rotina. A modorra, sempre silenciosa vai tomando conta dos comissionados, em especial dos secretários, que parecem ter um ritmo próprio.

Este governo, em particular, deveria ter mais pressa, ganhar em agilidade e até em esperteza. O seu tempo é mais curto que os demais e enfrenta herança pesada, que custou a assumir.

O trabalhador, pelo seu lado, vai tocando. O dia a dia, travestido de necessidade de sobrevivência, ameniza e encoberta os problemas, que teimam em não desaparecer por completo.

Cada um, independente do cargo que ocupa, carrega seu andor, mais ou menos pesado, de acordo com as circunstâncias. Em época de crise aguda, na economia do país, segurar o emprego é uma tarefa a ser cumprida. O lema é baixar os olhos, desenrugar a fronte e seguir em frente.

O grande perigo para os políticos, não importa o segmento, é se perder em meio ao seu mundo particular e de seus pares e não olhar para a fronte do povo. Ela diz tudo ou quase …

Acreditar que tudo está orbitando em torno de suas análises, pesquisas e na capacidade de estabelecer relações, que lhes assegure espaço no “establishment”.

Nem sempre “tudo permanece como antes, no Quartel do Abrantes”.

Que tal conferir?

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PEQUENAS DOSES

  • O Poder Judiciário precisa respeitar mais a sociedade, que lhe paga os gordos salários. O que faz com a população de Búzios é, no mínimo, um absurdo. O entra e sai de prefeito cria grande instabilidade política e administrativa, que prejudica e muito o município.
  • Ao procurar se entender com o Cremerj e resolver colocar em “banho maria” a questão da Educação, o governo de Adriano Moreno, em Cabo Frio, busca a estabilidade. Sem dúvida, o fim da greve dos professores ajudou.
  • A continuação da greve dos professores, as denúncias protocoladas pelo ex-secretário Cláudio Leitão e a questão do Hospital da Mulher, seriam muitas doses para um governo só com uma base política ainda pouco sólida.
  • O governo parece ter acertado sua relação com a câmara e dispõe de folgada maioria de 12 vereadores. Teve que ceder bastante ao grupo de Marquinhos Mendes, que se plantou dentro da administração e não pretende sair.
  • Os vereadores não parecem interessados em impeachment, principalmente depois que o governo de Adriano Moreno acertou os canais de comunicação com o legislativo. Caso não amplie sua conexão política com a sociedade o vereador Rafael Peçanha tende a ampliar seu isolamento político.
  • As auditorias, hoje tão em moda, devem ser feitas sempre por instituições de grande credibilidade e independentes. Na campanha, o candidato Adriano Moreno prometeu, no governo não fez sob a alegação, que as auditorias eram muito onerosas.
  • As comissões locais de investigação podem ser competentes e honestas, mas por pertencerem ao próprio governo, perdem boa parte da credibilidade. Resultado? Governo e sociedade perdem.
  • A ACIA leia-se Patrícia Cardinot, promove na próxima sexta, 24, no Hotel Paradiso Corporate, o 1º Fórum de Segurança da Região dos Lagos. O governador Wilson Witzel, que deu um “bolo” nos prefeitos da Região dos Lagos, promete dar as caras.
  • A questão da segurança pública aparece em todas as pesquisas como um dos itens, que mais incomodam os cidadãos. Witzel se elegeu na maré bolsonarista, de cunho autoritário e armamentista: a insegurança no Estado do Rio só aumentou com Witzel.
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MEDALHA NA CANOA HAVAIANA

O arquiteto Sérgio Nogueira, que é diretor de patrimônio da secretaria de cultura de Cabo Frio, não deixa por menos e conquistou a medalha de prata no recente evento de canoas havaianas, em Búzios. Sérgio recebeu a medalha das mãos do prefeito Henrique Gomes.

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