O FRACASSO!

A secretaria de fazenda de Cabo Frio sobreviveu à péssima administração do então secretário Antônio Carlos Vieira, que começou o governo com a fama de grande administrador e foi um desastre completo. A repulsa de antigos aliados e da opinião pública o levaram a “assessoria especial” junto ao gabinete do prefeito Adriano Moreno, seu companheiro na “República do Edifício das Professoras”. A tentativa de blindá-lo também foi um fracasso. Hoje o presidente do Democratas é o símbolo da frustração gerada pela prefeitura de Adriano Moreno.

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OS INELEGÍVEIS

Os ex-prefeitos Alair Corrêa e Marquinhos Mendes, ambos super inelegíveis não sossegam e tentam passar para a população que podem ser candidatos. Os dois ex-prefeitos que dilapidaram a economia cabofriense com governos catastróficos juntam a inelegibilidade com imensa rejeição junto à opinião pública. Mesmo assim, habituados as ilusões, ambos tentam mão deixar a ribalta e teimam em não submergir. Ambos estão representados, em grande quantidade, no governo Adriano Moreno/Cati.

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O CONFRONTO!

Veio a público os bastidores do renhido confronto entre o deputado bolsonarista com outras candidaturas da extrema direita, em Cabo Frio e também com o ex-presidente da câmara, Aquiles Barreto É uma turma que não tem pudor e ultrapassa qualquer limite da ética em suas brigas intestinas. Os grupos extremistas abrem caminho a fórceps em meio à pandemia do covid-19. Objetivo: conseguir ganhar espaço político-eleitoral para enfrentar a candidatura do ex-prefeito José Bonifácio.

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QUE TURMA!

O governo Adriano Moreno/Cati não consegue ter o mínimo de estabilidade e responsabilidade. Em plena pandemia de covid-19 deixar parte dos servidores da saúde sem salários é de uma irresponsabilidade grotesca. É de espantar, sob o ponto de vista eleitoral, perceber a junção de Aquiles Barreto e sua trupe, liderada por Miguel Alencar, com um governo tão desastrado. Cada um faz a sua opção política.

SEM ALTERNATIVAS

Carregar a rejeição a Marquinhos Mendes é complicado, mas somar essa rejeição com a do governo Adriano Moreno/Cati é simplesmente desastroso. É uma opção política muito arriscada, mas parece que não existem alternativas para a sobrevivência política do grupo em função da inelegibilidade do ex-prefeito Marquinhos Mendes.

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MEIO AMBIENTE X EPIDEMIAS – Marcelo de Paula (*)

Para quem acha que meio ambiente não tem nada a ver com epidemias, a história mostra uma profunda ligação entre devastação dos ecossistemas e surgimento de algum tipo viral de doença.

Em 1845, o escritor, filósofo e naturalista americano, Henry David Thoreau, escreveu o livro Walden, uma crônica social que, naquela época, já condenava o capitalismo, propondo viver de maneira mais simples e regrada aos princípios básicos da natureza!

Ao decorrer dos tempos, os inúmeros surtos de doenças virais têm revelado a total fragilidade da sociedade capitalista e seu modelo econômico, que na busca do lucro excessivo não enxerga a decadência ambiental do mundo e fica paralisada ao se deparar com tais epidemias virais.

Não é de hoje, dos tempos de pandemia do Covid-19, que o meio ambiente vem mandando recados. Recados esses que os cientistas vêm traduzindo e nos alertando. Mas o mundo capitalista ainda não entendeu que a cada desastre ambiental, a cada surto viral, é justamente a economia global que é diretamente afetada.

Ou seja, se houvesse investimentos em qualidade de vida, em preservação ambiental a economia não precisaria ser abalada para conter um vírus, reconstruir uma cidade, um estado, um país.

Não são fatos aleatórios! Relatórios das conceituadas entidades como o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do The International Panel on Clima Change (IPCC) vêm indicando um aumento sistemático na quantidade e intensidade dos desastres ambientais de larga escala: tsunamis, buracos na Camada de Ozônio, degelo dos Polos, aumento do nível do mar, terremotos, ciclones e as pandemias virais. Tudo levando a morte de milhares de vidas e perda de bilhões de dólares em gastos materiais e humanos!

Os últimos surtos mundiais de doenças infecciosas, a grande maioria transmitida de animais para humanos, incidem em outros dados geográficos na interface entre sociedade-meio ambiente-economia.

Desde o fim da II Guerra Mundial a degradação ambiental vem afetando a qualidade de vida das pessoas. A perda da cobertura florestal e o desmatamento desenfreado têm reduzido o habitat natural de inúmeras espécies da fauna, fazendo os animais silvestres se aproximarem dos centros urbanos, aumentando o contato com a sociedade e facilitando a disseminação de doenças contagiosas entre os humanos.

Temos vários exemplos desses fatos: a o HIV da AIDS – Vírus da Imunodeficiência Humana – foi transmitido ao homem, via chipanzés. O Ebola, que está associado ao contágio por meio de sangue, órgãos ou fluidos corporais de animais infectados (gorila, morcego, porcos-espinho antílopes etc.), chegou ao homem devido às perdas florestais na África Ocidental.

E temos ainda a ocorrência de muitas zoonoses que geraram alto impacto mundial: Gripe Aviária; Gripe Suína (H1N1); Síndrome Respiratória do Oriente Médio(MERS);

Síndrome Respiratória Aguda Súbita (SARS); vírus do Nilo OcidentalZikavírus, entre outras.

Criações intensivas de aves e suínos, comércio ilegal de animais silvestres, diminuição da cobertura florestal e destruição de ecossistemas inteiros são as ações humanas que vêm influenciando o clima e a vida do Planeta Terra.

E o Covid-19?As primeiras investigações especulam que a contaminação humana ocorreu a partir do consumo de carne animal infectada em regiões da China.A pandemia da Covid-19 revelou a fragilidade da sociedade e de seu sistema econômico vigente e, pior ainda, revelou uma sociedade totalmente indiferente aos problemas climáticos que vem ocorrendo no mundo.

Se a ordem mundial seguir na busca incessante do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a despeito de seus impactos negativos sobre o meio ambiente e a sociedade, nada teremos aprendido com a crise de saúde pública do COVID-19.

A pandemia do Covid-19 é uma oportunidade que o meio ambiente está oferecendo para a humanidade cuidar do ecossistema global!

Pasmem! Foi em 1969, a data da primeira fotografia da Terra vista do espaço. Naquela época, ver pela primeira vez a beleza e simplicidade do globo terrestre e sua imensidão azul dos mares, a flutuar na infinita galáxia, chamou a atenção da consciência humana para o fato de que vivemos todos num único Planeta. E temos a responsabilidade de proteger a saúde e o bem-estar desse frágil ecossistema que é totalmente interdependente!

Mas o capital financeiro, a ganância pelo poderio econômico, o lucro a qualquer custo e o enorme desequilíbrio social, fez a humanidade esquecer dessa visão da fotografia da Terra. A visão de que todos, animais, plantas e homens, vivemos num mesmo planeta.

OBS – Peço desculpas aos eleitores que estão acompanhando a publicação dos textos da minha Coluna no Blog do Totonho, sempre aos sábados, pela publicação de        terça-feira. Problemas de saúde do meu cachorro causaram esse pequeno atraso!

(*) Fotógrafo/cineasta Código Solar Produções

marcelodepaula.codigosolar@gmail.com

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Amanhã, 3ª feira, 7 de julho, teremos a coluna do cineasta e ambientalista Marcelo de Paula, abordando a relação entre a questão ambiental e as epidemias.

www.blogdototonho.com.br

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A Cocada do Adão, respeitando todas as normas sanitárias e de segurança, está voltando a Praça Porto Rocha, uma das mais tradicionais e saborosas maravilhas de Cabo Frio.

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Foto: Tania Beserra

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