QUEM FICA NA SECRETARIA DE FAZENDA?

Descrédito?

A maior parte do meio político de Cabo Frio não acredita que Marquinhos Mendes colocará sua esposa como candidata a prefeita, como aconteceu em Araruama, com Chiquinho do Atacadão e Lívia. O perfil é bem diferente.

A turma de Marquinhos está no governo.

O grupo de Adriano Moreno e Antônio Carlos Vieira por acordo com Marquinhos ou mesmo pela cooptação direta, sempre muito eficaz em tempos de crise econômica, acabou por inviabilizar um possível ressurgimento de uma candidatura batizada pelo ex-prefeito.

Quem fica?

Continuam os boatos sobre a secretaria municipal de fazenda. Alguns dizem que Antônio Carlos Vieira fica até fim de julho, mas que o professor Clésio Guimarães Faria, não vai aceitar assumir. Tudo está em aberto, mas o governo quer blindar Antônio Carlos de qualquer maneira.

O ônus é pesado?

A situação econômico-financeira do governo é tão complicada, que todas as pessoas com grande qualificação, estão receosas de assumir. A pergunta a ser feita é se o ônus é maior do que o prestígio do convite. Afinal, a administração pública é bem diferente que a privada.

A ocupação!

A ocupação do Charitas continua e manifesta repúdio ao cineasta Milton Alencar Jr e mantém em sua pauta o pedido de retratação pública do prefeito Adriano Moreno: os artistas presentes na ocupação reafirmam que não houve reivindicação para a saída de Meri Damaceno e nomeação de Milton.

Plano Municipal de Cultura

Os artistas que se reuniram ontem em assembleia também reivindicam a publicação da Lei dos Conselhos e audiência pública com a presença do prefeito para que seja feita a implementação do Plano Municipal de Cultura.

A intermediação 1.

Segundo o grupo Ocupa Charitas, liderado pela Sociedade de Artistas Livres (SAL), foi mandado um advogado conversar com o secretário de governo, Miguel Alencar. O secretário não teria gostado da intermediação e se retirado.

A intermediação 2

O advogado escalado pelos artistas teria sido então recebido pelo prefeito Adriano Moreno, que prometeu se retratar com a secretária exonerada, Meri Damaceno e ouvir as demandas da Sociedade de Artistas Livres (SAL).

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DICA DO BLOG DO TOTONHO – “A HORA DA GUERRA” – Jorge Amado.

Hora da Guerra é uma pequena trincheira”, define Jorge Amado, no texto que comemora o aniversário de um ano da coluna que manteve diariamente entre 1942 e 1945, no jornal O Imparcial, de Salvador. Reunidas pela primeira vez em livro, as 103 melhores crônicas dessa coluna revelam um escritor engajado no esforço dos aliados para derrotar o nazifascismo na Europa, na África e na Ásia. 
Mas a compreensão que Jorge Amado tinha daquele momento crucial da história ia muito além da frente político-militar. Entre as rajadas que dispara contra Hitler, Mussolini, Franco e Plínio Salgado – e as louvações que dirige a Stálin -, ele também defende, nos mais variados campos de atividade, valores caros à civilização, como a liberdade, a tolerância e a paz.
Assim, encontramos nestas páginas artigos que elogiam o papel humanista dos artistas e intelectuais, a atuação das mulheres no esforço de guerra, os romances recém-lançados de José Lins do Rego e Ilya Ehrenburg, a “grande arte” dos quadros de Lasar Segall e a participação de estrelas como Clark Gable e Ernest Hemingway no front, entre vários outros. A retórica veemente é muitas vezes associada a um humor bem brasileiro, como quando o escritor baiano chama o ditador espanhol de “Chico Franco, o gaiato de Madri”.
É sua perspectiva calorosa e humanista, sempre em defesa do homem comum, particularmente daqueles mais desafortunados, que aproxima estas crônicas militantes da prosa lírica dos romances de Jorge Amado.
Com seleção de Myriam Fraga, diretora da Fundação Casa de Jorge Amado, e da antropóloga Ilana Seltzer Goldstein, Hora da Guerra traz um prefácio esclarecedor do historiador Boris Fausto e um caderno com imagens históricas da guerra e das personalidades citadas nas crônicas.

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ASSEMBLEIA DO SEPE LAGOS DECIDE A CONTINUAÇÃO DA GREVE POR TEMPO INDETERMINADO.

Deliberações da assembleia de Cabo Frio:

Os profissionais da educação de Cabo Frio realizaram ontem, no Charitas, assembleia para deliberar os rumos do movimento. A categoria decidiu, por unanimidade, dar continuidade a greve por tempo indeterminado. 
Após a assembleia, um grupo de manifestantes foi até o Ministério Público, onde foram atendidos pelo promotor Rafael. Na ocasião, foram informados que haverá uma audiência dia 25, às 14h, com representantes de todos os sindicatos e a prefeitura.
A categoria deliberou o seguinte calendário de luta:

– greve por tempo indeterminado;
– ida nas escolas para mobilizar a categoria;
– realização de uma campanha ampla para o Plano Unificado da Educação;
– ato em frente à prefeitura, dia 15, segunda-feira, às 8h, com arraiá e casamento da roça em Sucupira;
– publicação de texto nas páginas do sindicato informando que somos CONTRA o escalonamento de salário;
– criação do comando de greve;
– recusar qualquer tipo de negociação onde não estejam contemplados os servidores que estão fora da Lei 12;
– elaboração de material e ampla divulgação sobre os motivos da greve;
– continuar cobrando a isonomia dos auxiliares de classe e inspetores de alunos;
– ida do sindicato às escolas onde se percebe maior número de casos que podem ser caracterizados como assédio;
– utilização do fundo de greve para pagar os funcionários que sofreram desconto, para que mesmo não abandone a luta;
– vigília na prefeitura dia 17, quarta-feira, às 14h;
– divulgação de nota explicando as dúvidas mais comuns da categoria em relação ao direito de greve;
– unificação dos atos!
– criação do comitê de mobilização para continuidade do trabalho de conscientização mesmo depois da greve;
– plenária em agosto para debater a questão de reposição!
– assembleia dia 18, quinta-feira, às 17h, com local a definir.

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DESENREDO – Guimarães Rosa.

Do narrador seus ouvintes:

– Jó Joaquim, cliente, era quieto, respeitado, bom como o cheiro de cerveja. Tinha o para não ser célebre. Como elas quem pode, porém? Foi Adão dormir e Eva nascer. Chamando-se Livíria, Rivília ou Irlívia, a que, nesta observação, a Jó Joaquim apareceu.

Antes bonita, olhos de viva mosca, morena mel e pão. Aliás, casada. Sorriram-se, viram-se. Era infinitamente maio e Jó Joaquim pegou o amor. Enfim, entenderam-se. Voando o mais em ímpeto de nau tangida a vela e vento. Mas tendo tudo de ser secreto, claro, coberto de sete capas.

Porque o marido se fazia notório, na valentia com ciúme; e as aldeias são a alheia vigilância. Então ao rigor geral os dois se sujeitaram, conforme o clandestino amor em sua forma local, conforme o mundo é mundo. Todo abismo é navegável a barquinhos de papel.

Não se via quando e como se viam. Jó Joaquim, além disso, existindo só retraído, minuciosamente. Esperar é reconhecer-se incompleto. Dependiam eles de enorme milagre. O inebriado engano.

Até que -deu-se o desmastreio. O trágico não vem a conta-gotas. Apanhara o marido a mulher: com outro, um terceiro… Sem mais cá nem mais lá, mediante revólver, assustou-a e matou-o. Diz-se, também, que a ferira, leviano modo.

Jó Joaquim, derrubadamente surpreso, no absurdo desistia de crer, e foi para o decúbito dorsal, por dores, frios, calores, quiçá lágrimas, devolvido ao barro, entre o inefável e o infando. Imaginara-a jamais a ter o pé em três estribos; chegou a maldizer de seus próprios e gratos abusufrutos. Reteve-se de vê-la. Proibia-se de ser pseudo personagem, em lance de tão vermelha e preta amplitude.

Ela -longe- sempre ou ao máximo mais formosa, já sarada e sã. Ele exercitava-se a agüentar-se, nas defeituosas emoções.

Enquanto, ora, as coisas amaduravam. Todo fim é impossível? Azarado fugitivo, e como à Providência praz, o marido faleceu, afogado ou de tifo. O tempo é engenhoso.

Soube-o logo Jó Joaquim, em seu franciscanato, dolorido mas já medicado. Vai, pois, com a amada se encontrou -ela sutil como uma colher de chá, grude de engodos, o firme fascínio. Nela acreditou, num abrir e não fechar de ouvidos. Daí, de repente, casaram-se. Alegres, sim, para feliz escândalo popular, por que forma fosse.

Mas.

Sempre vem imprevisível o abominoso? Ou: os tempos se seguem e parafraseiam-se. Deu-se a entrada dos demônios.

Da vez, Jó Joaquim foi quem a deparou, em péssima hora: traído e traidora. De amor não a matou, que não era para truz de tigre ou leão. Expulsou-a apenas, apostrofando-se, como inédito poeta e homem. E viajou a mulher, a desconhecido destino.

Tudo aplaudiu e reprovou o povo, repartido. Pelo fato, Jó Joaquim sentiu-se histórico, quase criminoso, reincidente. Triste, pois que tão calado. Suas lágrimas corriam atrás dela, como formiguinhas brancas. Mas, no frágio da barca, de novo respeitado, quieto. Vá-se a camisa, que não o dela dentro. Era o seu um amor meditado, a prova de remorsos. Dedicou-se a endireitar-se.

Mais.

No decorrer e comenos, Jó Joaquim entrou sensível a aplicar-se, a progressivo, jeitoso afã. A bonança nada tem a ver com a tempestade. Crível? Sábio sempre foi Ulisses, que começou por se fazer de louco. Desejava ele, Jó Joaquim, a felicidade -idéia inata. Entregou-se a remir, redimir a mulher, à conte inteira. Incrível? É de notar que o ar vem do ar. De sofrer e amar, a gente não se desafaz. Ele queria os arquétipos, platonizava. Ela era um aroma.

Nunca tivera ela amantes! Não um. Não dois. Disse-se e dizia isso Jó Joaquim. Reportava a lenda a embustes, falsas lérias escabrosas. Cumpria-lhe descaluniá-la, obrigava-se por tudo. Trouxe à boca-de-cena do mundo, de caso raso, o que fora tão claro como água suja. Demonstrando-o, amatemático, contrário ao público pensamento e à lógica, desde que Aristóteles a fundou. O que não era tão fácil como fritar almôndegas. Sem malícia, com paciência, sem insistência, principalmente.

O ponto está em que o soube, de tal arte: por antipesquisas, acronologia miúda, conversinhas escudadas, remendados testemunhos. Jó Joaquim, genial, operava o passado -plástico e contraditório rascunho. Criava nova, transformada realidade, mais alta. Mais certa?

Celebrava-a, ufanático, tendo-a por justa e averiguada, com convicção manifesta. Haja o absoluto amar -e qualquer causa se irrefuta.

Pois produziu efeito. Surtiu bem. Sumiram-se os pontos das reticências, o tempo secou o assunto. Total o transato desmanchava-se, a anterior evidência e seu nevoeiro. O real e válido, na árvore, é a reta que vai para cima. Todos já acreditavam. Jó Joaquim primeiro que todos.

Mesmo a mulher, até, por fim. Chegou-lhe lá a notícia, onde se achava, em ignota, defendida, perfeita distância. Soube-se nua e pura. Veio sem culpa. Voltou, com dengos e fofos de bandeira ao vento.
Três vezes passa perto da gente a felicidade. Jó Joaquim e Vilíria retomaram-se, e conviveram, convolados, o verdadeiro e melhor de sua útil vida.
E pôs-se a fábula em ata.

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O FIM DE UMA ERA.

Cooptando os órfãos

A dupla Adriano Moreno/Antônio Carlos Vieira ainda acredita que possa reverter à situação política desastrosa do governo. Tenta cooptar os aliados de Marquinhos Mendes após o ex-prefeito ter se tornado inelegível.

Será que cola?

A nota expedida por Marquinhos Mendes, após a derrota imposta pelos vereadores, deixou alguns adversários, tratados como “traidores” com a “pulga atrás da orelha”. O ex-prefeito deixa a entender, que pode lançar sua mulher como candidata, em 2020.

Fim de uma era.

Alguns analistas acreditam que a inelegibilidade do ex-prefeito Marquinhos Mendes encerra o ciclo dos “sheiks do petróleo”, que durante mais de vinte anos dominaram a política de Cabo Frio. Alair e Marquinhos durante todo esse tempo se revezaram na prefeitura da cidade.

Nome emblemático

O ex-prefeito José Bonifácio está animadíssimo com as pesquisas quantitativas e qualitativas, que o colocam como nome fortíssimo para a disputa da prefeitura de Cabo Frio. Zezinho, como é tratado pelos amigos, tem feito seguidas reuniões para debater os principais problemas do município.

Assembleia do Sepe Lagos decide

A próxima assembleia dos professores será realizada hoje, sexta-feira, 12. A ocupação do Palácio Tiradentes foi encerrada, após reunião do Sepe Lagos, com o secretariado. A greve, entretanto, continua e aguarda a decisão da assembleia.

Quem te viu … Quem te vê!

O professor Flávio Rebel deu uma demonstração de força para continuar como secretário municipal de esportes. Ontem, recebeu em sua secretaria o blindado secretário de fazenda, Antônio Carlos Vieira, que, segundo consta, foi lhe dar um abraço pelo aniversário.

A República!

Os dois, Flávio Rebel e Antônio Carlos Vieira, fazem parte da chamada “República do Edifício das Professoras”, cujo nome oficial é “Lila”. O ex-prefeito Alair Corrêa, sempre muito hábil e sarcástico fez uma interessante observação sobre os meninos da “república”: que coisa!

Ocupa Charitas.

A ocupação dos professores no Palácio Tiradentes acabou, mas o pessoal da cultura, liderados pela SAL (Sociedade dos Artistas Livres) manteve a ocupação do prédio do Charitas. No prédio funciona a sede da secretaria de cultura e o Museu José de Dome.

Convivência democrática.

O Charitas, que em tempos pretéritos, quase foi vendido e derrubado para construção de prédio comercial (salvou-o o então prefeito José Bonifácio) continua dividido, ao que parece, democraticamente: na parte de trás, com entrada pela Avenida Nilo Peçanha continua funcionando a secretaria de cultura, com Milton Alencar Jr. Na frente, Avenida Nossa Senhora da Assunção, a ocupação pela SAL.

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DA LIBERDADE DE QUEM AMA

Eu nunca segurei o amor

minhas mãos são pequenas demais

Ainda assim senti que pousava

delicadamente em minha alma

Eu nunca segurei o amor

e talvez por isso mesmo

Ele se demorou tanto em mim

como uma rosa à espera da primavera

como um sol pintando as gotas de chuva

Eu nunca o segurei

E por isso mesmo

Sinto-me tão segura

De sua presença em mim

Elvira Campos B. Alves in Poemas de sol

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O QUE DERROTOU MARQUINHOS?

Abalo no sistema

A confirmação da rejeição das contas do ex-prefeito Marquinho Mendes, abalou o sistema da política convencional, em Cabo Frio. Foi uma grande surpresa até para analistas mais experimentados.

Apesar da mobilização

O mundo político da cidade esperava que o ex-prefeito Marquinhos Mendes fosse conseguir os 12 votos contrários ao parecer do TCE-RJ, que reprovou as suas contas de 2017. Não conseguiu apesar da intensa mobilização nos bastidores.

Mudou a formatação?

Teoricamente os vereadores, apesar do parecer contrário do TCE-RJ, não teriam condições de negar o apoio a Marquinhos Mendes em função dos acordos e dos inúmeros favores prestados pelo ex-prefeito de Cabo Frio. A formatação da política mudou?

Insatisfação maior que a prevista.

A insatisfação dos vereadores com o governo de Marquinhos Mendes era maior do que os aliados mais próximos imaginavam. Pelo que se percebeu aqueles vereadores que não foram tão bem tratados como outros no governo passado, deram o troco nessa votação pegando até aliados na Câmara de surpresa.

“Acordão”

O resultado da votação mostra também o “acordão” com o governo, onde os vereadores tiram e põem secretários, nomeiam para diferentes cargos e se alojam na secretaria de fazenda como se fosse uma extensão dos seus gabinetes.

A derrota de Marquinhos atendeu a vários grupos.

Vários interesses contribuíram para a derrota política do ex-prefeito Marquinhos Mendes. A insatisfação de alguns vereadores somada à ação do governo de Adriano Moreno e a influência do deputado Sérgio Costa Azevedo.

Faltou a caneta cheia de tinta

O ex-prefeito talvez tenha experimentado a sua grande derrota política por ter superestimado o seu poder e influência. Esqueceu que apesar de ter votos, não tinha em mãos aquela caneta cheia de tinta, que costuma dar grande coceira nas mãos.

Rei morto, Rei posto!

O porrete, às vezes, vem de onde menos se espera: o excesso de confiança pode ter prejudicado Marquinhos Mendes. Pelo jeito vale à máxima: Rei morto, Rei posto. Quem será o próximo Rei?

O site de Suely Pedrosa

A colunista Suely Pedrosa (suelypedrosa.wixsite.com), dos nomes de maior credibilidade no jornalismo, da Região dos Lagos, lançou site de muito bom gosto para atender o público que nunca deixou de ler sua coluna, no Jornal de Sábado.

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A NOTA DO SEPE LAGOS

Servidores conseguem audiência com representantes do governo

Depois de mais de 24h de ocupação na prefeitura de Cabo Frio, os profissionais da Educação foram recebidos pelos secretários de Governo, Educação, Fazenda, Administração, Ibascaf e procuradoria. O prefeito não participou da audiência. Foram debatidos os seguintes temas:

– pagamento – não vai ter mais o calendário de pagamento do quinto dia. Vai ser publicado um calendário mensal, escalonado, para o mês de agosto. Sobre as falhas na fonte usada para o pagamento, a secretária de Educação afirmou que serão revistas;
– isonomia – o projeto não estava pronto. A SEME já tinha encaminhado o projeto para a procuradoria. O procurador se comprometeu a encaminhar o projeto amanhã à Câmara, em regime de urgência, até às 12h, para entrar na pauta de votação;
– reajuste dos aposentados – depende do comunicado da SEME ao Ibascaf, pois legalmente o instituto precisa desse comunicado. E sobre o reajuste dos ASGs, cozinheiras, vigias, motoristas e agentes administrativos foi dito que eles pertencem a Lei Complementar 11. O sindicato questionou que todas as categorias são da educação e tem direito ao reajuste;
– Desconto – não vamos aceitar o desconto de greve e isso foi colocado para o governo. Se não houver ressarcimento do valor descontado, não haverá reposição;
– concurso público – estão fazendo o levantamento das vagas reais para abrir o edital. Falamos que não temos conhecimento desse trâmite. A Comissão do PCCR não participou, mesmo sendo sua atribuição;
– R$ 40 milhões – o SEPE cobrou sobre a denúncia do desvio dos R$ 40 milhões e o governo respondeu que está fazendo uma auditoria e divulgará o resultado nas próximas semanas.

A próxima audiência será quarta-feira, dia 17, às 15h.

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OPINIÃO

Nunca gostei do afastamento de políticos por Tribunais de Contas, câmaras, congressos, assembleias ou tribunais. Sonho por um dia, que o afastamento se dê pela vontade do povo, liberto, livre e consciente para votar, sem as amarras dos partidos, que embora essenciais, estão num processo de distorção pela força das cúpulas partidárias, que se agarraram nesse poder paralelo e não abrem brecha para os verdadeiros escolhidos do povo, que às vezes nem se apresentam ao processo político eleitoral por não terem coragem de se envolver nessas siglas, por não quererem se envolver ou por saberem que são bonecos nas mãos dos dirigentes locais, regionais e nacionais. Mudança e reforma política é preciso!

Flávio Rosa

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