SEBO DO LANATI

SITE – www.sebodolanati.com.br
(22) 99923-2394 – ZAP
Rua Telles Cândido Cardoso 36
Porto do Carro – Cabo Frio.

Inscreva-se no canal do nosso Sebo no Youtube? Basta clicar e se inscrever…é rapidinho… Obrigado!
Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCY5Vi9QUQTJDokKyziGZ-ag?view_as=subscriber

Compartilhe:
Instagram
0Shares

PEQUENAS DOSES

O Retorno – 1

A penúltima crise do governo de Adriano Moreno, a criação de um retorno na Avenida Nossa Senhora da Assunção exclusivo para o Corpo de Bombeiros, bancado pela iniciativa privada, é uma das gotas, das muitas que provocaram o transbordamento do copo.

O Retorno – 2

A abertura do retorno para os bombeiros determinou o fechamento de outro logo após a sede da prefeitura. A abertura de outro retorno mais a frente, que permite a visão de uma pastelaria, por “coincidência” de propriedade do empresário que financiou o retorno especial dos bombeiros.

O Retorno – 3

O repúdio a manobra foi geral, principalmente quando foi divulgado que partiu do vereador Rafael Peçanha o requerimento solicitando a mudança do local do retorno: o vereador fez reunião política na pastelaria do empresário.

O que acontece?

Mesmo com todas as trapalhadas do governo de Adriano Moreno/Antônio Carlos Vieira, o Cati, a manifestação organizada pelo Sepe Lagos foi expressiva, mas não massiva. O que está acontecendo com a categoria mais consciente do serviço público?

A quem interessa?

Os debates no movimento dos trabalhadores da educação, liderado pelo Sepe Lagos, são naturais e frutíferos quando de cunho político e ideológico, inclusive, alimentam a luta. Porém, quando descambam para interesses e conflitos pessoais, estimulam a divisão e beneficiam os exploradores e opressores.

A saída de Márcia Almeida

A saída da professora Márcia Almeida despertou, de imediato, algumas perguntas: quais os motivos? Qual o perfil do novo (a) titular da secretaria? Quais seriam os candidatos ao “sacrifício”?

O novo secretário (a)

A professora Márcia Tardelli teria recusado o convite. Surgiram então outros nomes como o de Bruna Knauft, esposa de Alessandro Teixeira, ex-secretário de educação de Cabo Frio e atual secretário de São Pedro da Aldeia, e Evaldo Bittencourt, que também foi secretário de educação no município vizinho.

Aquiles Barreto & Miguel Alencar

Todos esses nomes aumentam a influência política dos vereadores Aquiles Barreto e Miguel Alencar. Os dois parecem ter formado um oligopólio de poder na área de educação após a saída de Cláudio Leitão e Denize Alvarenga.

A definição do “salvador da pátria”

Os constantes atrasos no pagamento do funcionalismo público, o não cumprimento dos acordos firmados com diferentes categorias, a ausência de políticas públicas, denúncias de favorecimentos e corrupção. Todas essas características reunidas definem o governo de Adriano Moreno.

O PT não é mais o mesmo.

As redes sociais da internet anunciam e promovem a biografia de Qua Quá, o líder petista de Maricá e no estado: “Qua Quá, Da Favela ao Poder”. Em Cabo Frio, o PT lança a candidatura do empresário Renato Marins. O velho PT descascou faz tempo.

Compartilhe:
Instagram
0Shares

UM CARNEIRO EM MINHA CASA – Pablo Neruda

Eu tinha um parente senador que, depois de ter vencido novas eleições, veio passar uns dias em minha casa de Isla Negra. Assim começa a história do cordeiro.

Acontece que seus eleitores mais entusiastas vieram para festejar o senador. Na primeira tarde da festa assaram um carneiro à moda do campo do Chile, com uma grande fogueira ao ar livre e o corpo do animal enfiado num assador de madeira. A isto chamam asado al palo, que é celebrado com muito vinho e queixosas guitarras criollas.

Outro carneiro ficou para a cerimônia do dia seguinte. Enquanto não chegava a sua hora, amarraram-no junto de minha janela. A noite toda gemeu e chorou, baliu e se queixou de sua solidão. Partia a alma escutar as modulações daquele carneiro, ao ponto que decidi me levantar de madrugada e raptá-lo.

Metido num automóvel levei-o a cento e cinqüenta quilômetros dali, à minha casa de Santiago, onde não o alcançassem as facas. Mal entrou, pôs-se a pastar vorazmente no melhor lugar de meu jardim. As tulipas o entusiasmaram e ele não respeitou nenhuma delas. Ainda que por razões espinhosas, não se atreveu com as roseiras. Mas devorou em troca os goiveiros e os lírios com estranho prazer. Não tive remédio senão amarrá-lo outra vez. E de imediato se pôs a balir, tratando visivelmente de me comover como antes. Senti-me desesperado.

Nesse ponto se entrecruza a história de Juanito com a história do cordeiro. Acontece que por aquele tempo havia começado uma greve de camponeses no sul. Os latifundiários da região, que pagavam a seus rendeiros não mais de apenas vinte centavos de dólar por dia, terminaram a pauladas e prisões com aquela greve.

Um jovem camponês teve tanto medo que subiu num trem em movimento. O rapaz se chamava Juanito, era muito católico e não sabia nada das coisas deste mundo. Quando passou o cobrador do trem examinando as passagens, ele respondeu que não tinha, que se dirigia a Santiago e que pensava que os trens eram para que a gente subisse neles e viajasse quando precisasse. Trataram de desembarcá-lo, naturalmente. Mas os passageiros de terceira classe — gente do povo, sempre generosa — fizeram uma coleta e pagaram a passagem.

Por ruas e praças da capital andou Juanito com um embrulho de roupa debaixo do braço. Como não conhecia ninguém, não queria falar com ninguém. No campo dizia-se que em Santiago tinha mais ladrões do que habitantes e ele tinha medo que lhe roubassem a camisa e as alpercatas que levava debaixo do braço, embrulhadas num jornal. Durante o dia perambulava pelas ruas mais freqüentadas, onde as pessoas sempre tinham pressa e afastavam com um empurrão este Gaspar Hauser(*) vindo de outro planeta. De noite buscava também os bairros mais concorridos mas estes eram as avenidas de cabarés e de vida noturna e ali sua presença era mais estranha ainda, pálido pastor perdido entre os pecadores. Como não tinha um só centavo, não podia comer, tanto assim que um dia caiu ao solo sem sentidos.

Uma multidão de curiosos rodeou o homem estendido na rua. A porta defronte da qual caiu correspondia a um pequeno restaurante. Levaram-no para dentro e o deixaram no chão. É o coração, disseram uns. É uma crise hepática, disseram outros. O dono do restaurante se aproximou, olhou-o e disse: “É fome”. Mal comeu algumas garfadas aquele cadáver reviveu. O dono o pôs para lavar pratos e se tomou de amores por ele. Tinha razões para isso. Sempre sorridente, o jovem camponês lavava montanhas de pratos. Tudo ia bem. Comia muito mais do que na sua terra.

O sortilégio da cidade se teceu de maneira estranha para que se juntassem certa vez, em minha casa, o pastor e o carneiro.

Deu vontade no pastor de conhecer a cidade, encaminhando então seus passos um pouco além das montanhas de louça. Tomou com entusiasmo uma rua, atravessou uma praça, e tudo o deslumbrava. Mas, quando quis voltar, já não o podia fazer. Não tinha anotado o endereço porque não sabia escrever, buscando assim em vão a porta hospitaleira que o tinha recebido. Nunca mais a encontrou.

Um transeunte, com pena de sua confusão, disse-lhe que devia se dirigir a mim, ao poeta Pablo Neruda. Não sei por que lhe sugeriram esta idéia. Provavelmente porque no Chile se tem por mania me encarregar de quanta coisa estranha passe pela cabeça das pessoas e ao mesmo tempo de me jogar a culpa de tudo o que acontece. São estranhos costumes nacionais.

O certo é que o rapaz chegou um dia à minha casa e se encontrou com o bicho preso. Já que eu estava tomando conta daquele carneiro inútil, não me custava também tomar conta deste pastor. Deixei a seu cargo a tarefa de impedir que o carneiro gourmet devorasse exclusivamente minhas flores mas sim que também, de vez em quando, saciasse o apetite com a grama de meu jardim.

Compreenderam-se na hora. Nos primeiros dias ele lhe pôs, só para constar, uma cordinha no pescoço com uma fita e com ela o conduzia de um lugar para outro. O carneiro comia incessantemente e o pastor individualista também, transitando ambos por toda a casa, inclusive por dentro de meus aposentos. Era uma união perfeita, conseguida pelo cordão umbilical da mãe terra, pelo autêntico mandato do homem. Assim se passaram muitos meses. Tanto o pastor como o carneiro arredondaram suas formas carnais, especialmente o ruminante que apenas podia seguir seu pastor de tão gordo que ficou. Às vezes entrava parcimoniosamente em meu quarto, olhava-me com indiferença e saía deixando um pequeno rosário de contas escuras no chão.

Tudo acabou quando o camponês sentiu a nostalgia do campo e me disse que voltava para sua terra distante. Era uma resolução de última hora. Tinha que pagar uma promessa à Virgem de seu povoado. Não podia levar o carneiro. Despediram-se com ternura. O pastor tomou o trem, desta vez com sua passagem na mão. Foi patética aquela despedida.

Em meu jardim não deixou um carneiro mas sim um problema grave, ou melhor, gordo. O que fazer com o ruminante? Quem cuidaria dele agora? Eu tinha preocupações políticas demais. Minha casa andava desordenada depois das perseguições que a minha poesia combativa me trouxe. O carneiro começou de novo a balir suas partituras queixosas.

Fechei os olhos e disse à minha irmã que o levasse. Ai, desta vez eu tinha certeza de que não se livraria do forno!

Compartilhe:
Instagram
0Shares

PEQUENAS DOSES

O que interessa? Dinheiro na conta!

Não havia a menor necessidade da foto feita na secretaria de fazenda reunindo representantes do Sepe Lagos, o prefeito Adriano Moreno e o secretário de fazenda, Clésio Guimarães. Apenas, a velha demagogia!

Relação péssima

A relação entre o Sepe Lagos e a prefeitura de Adriano Moreno não poderia ser pior: os servidores da educação continuam sem ver a cor do 13º. Ontem a concentração foi no Largo de Santo Antônio e bloqueou o acesso a histórica Ponte Feliciano Sodré por algum tempo.

Tensão política!

Segundo tradicionais observadores da política cabofriense, o recesso da câmara proporciona alívio temporário ao governo de Adriano Moreno. Caso a câmara estivesse “a pleno vapor” a situação política estaria ainda mais tensa.

O fim do recesso

O fim do recesso deve trazer a crise para dentro da câmara. Os vereadores, em campanha para reeleição não vão querer se comprometer com um governo que não tem compromisso com salários do funcionalismo em dia e que está com índices baixíssimos de aceitação.

Tava combinado?

A filiação do “velho morubixaba” ao PC do B, em Cabo Frio, com o apoio do veterano militante Carlos Quintão, o desligamento do vice-prefeito Felipe Monteiro e a derrota de Alair na estadual do partido, pareceu certinho demais. Tava combinado?

Candidatura? Papo furado!

Todos que vivem na política de Cabo Frio estão cansados de saber que Alair Corrêa não tem a menor condição jurídica de ser candidato a qualquer coisa, em 2020. Em 2024, o ex-prefeito de Cabo Frio estará com 80 anos. Quem sabe?

Saudades!

O ex-deputado Paulo César Guia, apesar de ainda estar sem partido, garante que é candidato a prefeito de Cabo Frio, em 2020. Quem o conhece, entretanto, garante que “Cecé de Jairinho”, também conhecido por “Mão que salva”, morre de saudades de Brasília.

Ingratidão!

“Cecé de Jairinho” não nega que tem grande mágoa do deputado Mauro Bernardo, a quem garante que ajudou. Paulo César Guia não é o primeiro e muito menos o segundo que reclama da ingratidão do “noviço” deputado.

Reclamam e Esperneiam

Os deputados eleitos pela extrema direita, em Cabo Frio e arredores, reclamam, esperneiam, colocam notas nas redes sociais, mas as críticas que sofrem pela composição dos seus gabinetes na Alerj, são irrefutáveis. No mínimo, digamos assim, é gente de muito mau gosto.

Stanislaw Ponte Preta tava certo

A política anda tão maluca, que o prefeito de Cabo Frio se elegeu vereador pelo PP de Maluf, mudou para Rede de Marina Silva e ancorou no Democratas, herdeiro do PFL. Agora conversa com o emissário da “nova política”, o ex-deputado Simão Sessim, ligado a Beija Flor de Nilópolis.

Compartilhe:
Instagram
0Shares

ANGÚ DE CAROÇO OU PASTEL DE VENTO?

A polêmica que movimenta a cidade entorno do fechamento do retorno de veículos na Avenida Assunção está apenas no começo.
Exaustivamente, o prefeito alega que a medida foi proposta no Plano de Mobilidade, elaborado com apoio da UFRJ e aprovado pela Câmara. Em leitura atenta ao referido PLAMOB, não encontramos qualquer referência a intervenção pretendida com o fechamento do referido contorno. Minudencioso ao tratar da circulação de pedestres, bicicletas, transporte coletivo, táxi, particular e aplicativos, o plano indica a necessidade de intervenções em 19 vias nas 05 centralidades traçadas para a pesquisa, não havendo qualquer previsão ou citação de intervenção na Avenida Nossa Senhora da Assunção.

Fica evidente que estão utilizando de uma medida necessária, o acesso de bombeiros, ambulâncias e viaturas de segurança, para justificar o favorecimento de um empresário que se dispôs a arcar com o custo de uma obra pública, como o mesmo denunciou em entrevista ao radialista Ademilton Ferreira.

Intrigante também é o fato de o prefeito falar exaustivamente da obra na mídia e em instante algum citar o apadrinhamento pelo referido empresário, fingindo não saber. Qual a razão de omitir o benfeitor? Ao propagar ser uma obra pública, a prefeitura efetuou também de forma direta ou indireta (Comsercaf) o pagamento em duplicidade da mesma?
O fato é que vemos um governo pressionado a fazer a mudança no auge da alta temporada, o que não é recomendado.
Refém de sua incompetência e incapacidade de gestão, o prefeito não cumpriu prazos tratados, e o empresário, vendo o verão passar, veio a público fazer a cobrança de forma incisiva, pois havia cumprido a sua parte, e acabou denunciando os fatos.

Dos fatos, algumas perguntas carecem de respostas: De que maneira foi feita a doação do material? Como se deu o processo licitatório para a contratação do serviço? Porque a pressa em adotar uma medida que não está prevista no plano de mobilidade?

Observamos que a manobra, não para no executivo, envolve o silêncio de outros atores que, cumpliciam-se no silêncio. Neste cardápio, a alguns é servido Pastel de Vento e a outros Angú de Caroço. Vamos aguardar!

Janio Mendes

Compartilhe:
Instagram
0Shares

“HÁ BRAÇOS”

O “Há Braços” é um evento que acontece desde 2018, como parte de iniciativas de religiosos de matriz africana de nossa região para fortalecer a união, solidariedade e integração das casas de umbanda e candomblé em atividades sociais, aumentando laços de afeto e entendimento. A realização é da REDE ADAPO de Povos Tradicionais de Matriz Africana na Região dos Lagos e que se explica através da percepção de quem vive em uma região onde a pesca é parte de uma tradição, antes mesmo da colonização, ajudando a sustentar famílias que se alimentam, socializam e comercializam os resultados dessa atividade econômica que têm, ainda, no cultivo da terra, o ponto de encontro das tradições afro brasileiras e ameríndias. Nossa Rede, internaliza este simbolismo como capaz de nos unir, enquanto traduz a concepção de que todos somos importantes, cada um em sua ponta, com sua energia e capacidade de trabalhar de maneira articulada e coletiva. Exatamente como em uma “puxada de rede”… Assim como nas casas de santo, onde cada pessoa, som, energia e movimento faz parte de um jeito único de louvar e cultuar o sagrado, que vem de muito longe, quando pronunciamos a palavra REDE, o significado vai além das conexões do mundo virtual para contemplar um universo de coletividade e tradições, que encontram nos povos tradicionais, seu maior legado, reforçando valores civilizatórios ancestrais. Com o objetivo de nos fortalecer e unir a partir da tragédia e violência dos casos de Intolerância Religiosa, que tem sido registrados em nossa Região, vamos criando a oportunidades para os praticantes desses cultos e tradições se reunirem para atividades além de suas práticas religiosas. No dia 21 de Janeiro se comemora o DIA NACIONAL CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA e essa é a contribuição da REDE ADAPO de Povos Tradicionais de Matriz Africana na Região dos Lagos para as reflexões desse dia. O evento é beneficente, aberto ao público em geral e com entrada franca. Este ano o “HÁ BRAÇOS” será realizado no “Ile Ase Iya Oju Omi” que fica no município de São Pedro da Aldeia, Bairro Boa Vista, na Rua Berenice Cardoso de Oliveira,36 , endereço bem fácil de achar pois está no google e fica após a base naval e o Condomínio Cisne Branco, que são bem conhecidos no município já estando confirmadas a presença do Grupo Griot que ministrará oficina de Jongo e do “Grupo de Pagode Pura Simplicidade” que alegrará nosso tarde. No local serão comercializadas diversos produtos de interesse da comunidade cultural e religiosa, com apoio de diversas organizações da sociedade civil e empresas como o ATACADÃO DAS IMAGENS. Aguardamos a todos. Contatos e informações no tel (22) 997436799.

Margareth Ferreira

Compartilhe:
Instagram
0Shares

OS IDIOTAS E AS ARTES!

O sujeito nunca foi ao Teatro, porém culpa a Lei Rouanet , que nem sabe o que é.
O sujeito nunca entrou num museu de arte, porém diz que todo artista é vagabundo.

O sujeito mal vai ao cinema, se o “firmi” for dublado, claro, porém se queixa da Lei do audio Visual que também desconhece.

O sujeito nunca leu um livro a não ser a “sangrada Bíblia “, que também não entende nada, ganhou de graça de algum pastor pilantra a troca do seu dizimo, porém diz que os livros didáticos tem um monte de PALAVRA escrita.
O sujeito questiona a Música que não seja a do seu “mau” gosto, questiona os cantantes pela sua sexualidade, sua cor, sua postura política ou religiosa etc, porém não conhece uma nota musical e muito menos alguma vez foi conferir um show dos que ele tanto questiona.

O sujeito nunca saiu do quintal da sua casa, nunca percebeu que Tudo o que o rodeia é arte ou passou pelas mãos de um artista e mesmo assim na sua cegueira sócio cultural continua a negar o mundo do qual faz parte IRREMEDIAVELMENTE!!

O sujeito é um idiota que só se alimenta da barbárie pré digerida imposta por outros sujeitos tão idiotas como ele, com a diferença que estes últimos tem interesses materiais muito bem definidos e passam irremediavelmente pela morte cerebral dos sujeitos idiotas que alimentam

A questão é se a morte cerebral bastará para manter vivos, em estado de coma, quem os Sujeitos Idiotas querem manter de forma perpétua para eles se perpetuarem no poder .

Equação difícil de acontecer, essa é a boa notícia!

Nalgum momento Criadores e Criaturas irão desaparecer e serão roteiro de algum filme, Texto de alguma peça de teatro, Tema de alguma mostra conceitual de arte e até marchinha musical de carnaval!
Só ter paciência!
Flávio Dario Pettinichi – 2020.

Compartilhe:
Instagram
0Shares

PEQUENAS DOSES

… E foi pra conta do Benedito

A executiva estadual do PCdoB rejeitou a filiação de Alair Corrêa por 4 votos a 1. O único voto favorável foi do velho militante Carlos Quintão, bastante conhecido na política cabofriense. Portanto, como no velho ditado popular “ficou o dito pelo não dito e foi pra conta do Benedito”.

“Aluno” & “Mestre”

No mesmo barco que o “aluno” Marquinhos Mendes, o “mestre” Alair Corrêa também está inelegível. A filiação ao PC do B foi mais um golpe de marketing político, no qual o “velho morubixaba” é imbatível, dando graça à política de Cabo Frio.

Alair e Marquinhos passaram do ponto

Quem sabe, após esse momento de histrionismo, que busca o centro das atenções, a política de Cabo Frio possa se concentrar em debates mais sérios. Os “meninos” Alair e Marquinhos serão obrigados a buscar outros caminhos.

Ato Público, no Largo de Santo Antônio

O Sepe Lagos está convocando professores e demais profissionais da educação da rede pública municipal para Ato Público, hoje, 16, às 17 horas, no Largo de Santo Antônio. O ato visa pressionar o governo de Adriano Moreno para o pagamento dos salários de dezembro e o 13º.

Baixo nível

Passou da hora de lideranças do movimento dos professores darem um basta na troca de acusações e agressões nas redes sociais, motivadas por questões menores de cunho pessoal, que só atrapalham a unidade da luta da categoria. Ações que só beneficiam o governo, que massacra os professores.

De peito aberto

O ex-secretário de educação, Cláudio Leitão, que, reconhecidamente fez uma gestão honesta e inovadora, tem sido agredido e desrespeitado. Leitão é uma voz que não se calou e enfrenta, desde então, o governo Adriano/Cati de peito aberto.

O governo “salvador da pátria” não salva a si mesmo.

A crise administrativa e financeira do governo Adriano/Cati é grave e preocupa o meio político de Cabo Frio. O prefeito que seria o “salvador da pátria” está perdendo o controle e caminhando aceleradamente para o desmantelamento. Péssima notícia para os servidores e para a cidade como um todo.

O recesso salva o governo

A demissão dos contratados na área de saúde pública vai agravar ainda mais os problemas políticos do governo Adriano. A tendência é a relação com determinados vereadores se deteriorar: por enquanto o recesso salva o governo.

Forte nos bastidores

Cada vez mais discreto, o “1º Ministro” Antônio Carlos Vieira, busca fugir dos holofotes da mídia. Não significa, porém, que tenha perdido a essência do poder, ao contrário, a sobriedade o fortalece nos bastidores.

Impopularidade machuca.

Cada vez mais impopular, o governo Adriano/Cati perde dia a dia o pouco da credibilidade que lhe resta. Custa imaginar que vá buscar a reeleição: a continuar assim, os vereadores não vão querer o prefeito por perto.

Compartilhe:
Instagram
0Shares