MIGUEL ALENCAR E O ESPAÇO POLÍTICO

Miguel Alencar é secretário de governo, substituindo Duca Monteiro e um dos responsáveis pela articulação política entre a câmara e a prefeitura de Adriano Moreno. Tem tido, entretanto, problemas inenarráveis na esfera do gabinete do Palácio Tiradentes, batendo de frente com setores que teimam em não abrir mão de espaço político. Até quando agüenta?

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APETITE PARA DISPUTAR A ELEIÇÃO

O vereador Aquiles Barreto, ex-presidente da câmara, ligado a Marquinhos Mendes, pode sair candidato a prefeito e parece ter apetite para disputar a eleição. O vereador voltou a ter imensa influência na secretaria de educação. Os dois, Aquiles e Miguel, são amigos de infância e foram criados no bairro do Portinho, na “Rua da Árvore”.

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DA SALINA AO CANAL

Coincidência? Os dois secretários de governo de Adriano Moreno foram criados na mesma rua, Alice Torres (Rua da Árvore ou da Figueira) e no mesmo bairro, o Portinho. De um lado a velha salina, que não existe mais, ocupada pelo loteamento Novo Portinho. Do outro, o Canal do Itajuru, que resiste bravamente a poluição do “tratamento” de esgoto a “tempo seco”, da concessionária Prolagos.

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A FILIAÇÃO DE LEITÃO

Na sede do PDT aconteceu na noite de ontem, sexta-feira, em meio a muita comemoração, a filiação do ex-secretário municipal de educação de Cabo Frio, Cláudio Leitão. A ficha de Cláudio Leitão foi assinada pelo ex-prefeito José Bonifácio Novellino. Leitão, economista e professor de História, deve ser candidato a vereador, no partido fundado por Leonel Brizola.

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C.R.I.A.N.Ç.A. José Facury

“Para os que não sabem: a criança ao ver uma montagem teatral, exercitará a sua memória a partir do vibo jogo cênico que lhe está sendo oferecido. As personagens, a musicalidade e o visual lúdico presencial, emoldurarão a composição tornando-o participe da encenação. Acompanhando a trama, aguçará a sua sensibilidade, tomando partido dos conflitos e ativando a sua memória mágica na leitura do mundo que a cerca. Os pais devem crer nessa força educativa e cultural do teatro, evitando assim contribuir para a um tipo grave de alienação virtual que ainda desconhecemos dos seus danos . O espetáculo Janjão, na Terra da Animação em cartaz no domingo, às 17 h no Usin4 em Cabo Frio, oferece esse desafio.”

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‘PALMARES DE ZUMBI’ – Leonardo Chalub.

Sinopse

Brasil, 1667. O jovem Francisco, capturado quando criança e entregue à Igreja, vive como coroinha em Porto Calvo, sonhando com a liberdade. Ágil e silencioso, explora o vilarejo à noite, pregando peças, vingando os negros mortos no tronco e aterrorizando feitores e senhores de engenho como um fantasma – ou um nzumbi, em quimbundo, a língua típica de Angola.

Quando surge uma oportunidade de fuga, Francisco a aproveita, dando início a sua jornada para se tornar aquele que a história não esqueceria: Zumbi dos Palmares, filho de Angola Janga.

Palmares de Zumbi traz uma releitura da saga de um dos maiores heróis negros do Brasil, lançando uma nova luz sobre esse grande homem – guerreiro, capoeirista, rei –, mas também sobre um Palmares que não seria o que foi sem Zumbi. Uma homenagem ao herói, narrada em prosa com paixão e reverência à cultura da capoeira e ao líder quilombola.

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O AMOR ACABA – Paulo Mendes Campos

O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

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BAGUNÇA!

Bagunça!

Contando com o recuo político do próprio prefeito a câmara derrubou na sessão dessa quinta o veto do executivo que impedia o repasse, aos agentes comunitários da saúde e aos Agentes de Combate a Endemias, do incentivo financeiro adicional repassado pelo Ministério da Saúde, ao município. O governo é uma confusão só. Ele mesmo veta! Recua! É uma bagunça!

Insultos & Desinformação

Insultos em profusão, montagem de imagens, que procuram atingir a honra e notícias falsas para aumentar a desinformação. Características de sites e páginas que começam a aparecer nas redes sociais da Internet. São frutos de almas doentias, gente de extrema direita, que não consegue conviver com o debate e a democracia.

PDT recebe Leitão

Nesta sexta-feira o PDT, liderado por José Bonifácio, recebe a filiação de Cláudio Leitão, que deve ser candidato a sentar em uma das macias poltronas da câmara municipal. Ex-secretário de educação saiu do governo incompatibilizado com Adriano Moreno e Antônio Carlos Vieira (Cati). Leitão foi candidato a prefeito pelo PSOL e presidiu o partido.

Assessoria especial ou especialíssima?

Alguns vereadores se declaram espantados e preocupados com a capacidade que o governo tem de criar problemas para si próprio. A prefeitura de Adriano Moreno vai resolvendo ou “empurrando com a barriga” as questões que vão aparecendo. A coordenação política é desautorizada de dentro do gabinete do prefeito. Quem sabe de uma assessoria especial ou até mesmo especialíssima?

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ARTICULANDO PARA 2020

Um dos articuladores da campanha e eleição de Adriano Moreno e por algum tempo seu secretário de governo, Eduardo Monteiro, como todos sabem, rompeu com o governo e está na oposição. Duca, como é conhecido pelos mais próximos, não está parado e projeta suas conversas e articulações para a eleição de 2020.

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