O NAMORO!

Tsunami

A pandemia se transformou em um tsunami, que não está perdoando ninguém, particularmente os mais pobres, com menos chances de ser proteger. O que acontece em Manaus, onde está faltando até oxigênio, pode se espalhar por todo o país fruto da incompetência genocida de Bolsonaro e sua turma.

Aulas só com a vacina

Existe um debate acirrado sobre voltar ou não as aulas presenciais em Cabo Frio: o debate é liderado pelos proprietários de escolas privadas. É preciso análise profunda e complexa para decidir pela volta às aulas. A vida é o maior bem, portanto não há ganho maior que preservá-la. Volta às aulas só com vacina.

O “namoro”

A câmara e o governo José Bonifácio estão vivendo o tal “namoro”, típico do início do governo. Há quem diga que é fruto do trabalho do secretário de governo Aquiles Barreto (PT), que foi presidente do legislativo, no período que antecedeu Luis Geraldo (Republicanos) e que tem ótima relação com o atual presidente Miguel Alencar (Democratas).

Sucessão 1

Como José Bonifácio (PDT) garantiu que não é candidato a reeleição é natural que alguns nomes comecem a aparecer como possíveis candidatos a sucessão. Alguns vão dizer que é muito cedo para levantar esse tema. Ora, quem diz isso é porque não conhece a política local: 2022 e 2024 são datas na cabeça de todos.

Sucessão 2

Dentro do governo existem nomes que podem aparecer como interessantes sob o ponto de vista eleitoral. Secretários como Aquiles Barreto, Flávio Rosa, Jefferson Vidal e Rafael Peçanha (Cidadania). No legislativo, o presidente da câmara Miguel Alencar (Democratas) e na oposição o único nome visível no horizonte é o do secretário de ciência e tecnologia do estado, Sérgio L. Azevedo (Republicanos).

Chance de melhorar a imagem

A criação de um centro tecnológico em Tamoios seria um grande avanço da civilizada reunião entre José Bonifácio e Sérgio L. Azevedo. Se não der em nada e for fruto de manobra publicitária o deputado bolsonarista terá perdido a segunda chance de melhorar a imagem junto da população.

Sucatinha

Na primeira, trouxe a encomenda errada do trágico prefeito do Rio, Marcelo Crivella (hoje em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica). Foram aqueles ventiladores estragados, devolvidos pelo prefeito Adriano Moreno (Democratas), que deram origem ao apelido de “sucatinha”.

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