DISPUTA NA EDUCAÇÃO

Disputa na educação

O governo ainda não começou, mas os grupos começam a se organizar na área da educação pública. Cobram compromissos, ações e até trabalham politicamente para indicar quem deve ser o secretário (a). Tudo leva a crer que a disputa dentro da militância do sindicato dos profissionais da educação é grande e tende a se aprofundar.

Cólicas!

Enquanto isso o prefeito eleito continua visitando bairros e comunidades, segundo ele “agradecendo os votos”, mas aproveitando para ouvir as reivindicações da população. Até o momento só deu algumas pistas sobre a formação do secretariado. Tem gente em cólicas!

Praça Porto Rocha

Entre tantas tarefas do novo prefeito está evidentemente à reforma da tradicional Praça Porto Rocha, no centro de Cabo Frio. Atualmente, após a “reforma” realizada nos estertores do governo Marquinhos Mendes, está se assemelhando ao Cemitério Santa Izabel: não faltam lápides.

Parcerias público-privadas

Como a crise é grande está na hora da prefeitura fazer parcerias público-privadas para recuperar o patrimônio público. Os equipamentos urbanos, essenciais para o município, estão em grande parte depredados e degradados, por anos de descaso: as empresas podem ajudar e muito.

Interlocução com a Câmara

Quais serão os principais interlocutores do novo prefeito na câmara? Como a cidade vive uma crise profunda é preciso que essa articulação política seja muito bem feita para dar velocidade às transformações que Cabo Frio precisa. O governo precisa construir uma maioria sólida.

Pulverização de votos e legendas

O grande número de candidatos e partidos pulverizou a votação: Republicanos: 3; DC, Avante, PL, Democratas; PTB, Solidariedade, PP e MDB: 1. O PDT elegeu o prefeito José Bonifácio, mas fez uma bancada discreta: apenas dois vereadores: reelegeu Oséas de Tamoios e elegeu David Souza: ambos são empresários e de linha política moderada.

Sem voto!

A eleição trouxe a perspectiva de uma mudança substancial na vida política da cidade e tem gente que fica assombrada com essa possibilidade e quer a manutenção do ‘status quo’ de qualquer jeito. O ex-vereador e ex-secretário Dirlei Pereira divulga e o advogado Cláudio Mansur entra com ação na justiça.

Os inconformados!

Os inconformados com o pequeno número de votos que tiveram na eleição fizeram algum barulho. Na tentativa de levantar o fogo, o inesquecível Dirlei Pereira, que teve 836 votos como candidato a prefeito, fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais. Entre os que usaram a palavra Naldin Molejinho (PMN), com 43 votos e Roberto Rosa (PTB) com 47. Todos dizem defender a democracia. Saravá!

Força política residual

O ex-prefeito Alair Corrêa, que quando interessa se diz socialista, inclusive tentou se filiar ao PC do B, apoiou o candidato bolsonarista, o deputado Sérgio L. Azevedo, do Republicanos. Com exceção de Vinícius Corrêa, reeleito pelo PP, com 1181 votos, cuja votação não parece ligada ao ex-prefeito, o “velho morubixaba” aparece cada vez mais como uma força política residual, no município.

Cabos eleitorais

A eleição para vereador é a mais complicada e difícil dentro do processo democrático brasileiro. O número excessivo de “candidatos” se deve, em grande parte, a necessidade de cabos eleitorais engordarem a legenda daqueles que são realmente candidatos.

Quando o voto é escasso

Quando o voto é muito escasso, os cabos eleitorais, vestidos de candidatos, perdem prestígio junto ao seu político predileto, digamos assim: vão para o beleléu os contratos, portarias ou outras vantagens, dos quais eles vivem. Revela à luz do sol a magreza do seu prestígio junto aos eleitores. Explica muito chororô por aí.

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