Vergonha!

Até o momento os dois deputados bolsonaristas não produziram nenhum conteúdo de importância para a população de Cabo Frio. São dois mandatos, que nada acrescentaram ao município, exceto a vergonha de apoiar Bolsonaro.

Caneta cheia de tinta

O deputado Mauro Bernardo desistiu de sua candidatura a prefeito de Cabo Frio, porque sua legenda, o PROS, está sob controle político do outro deputado bolsonarista. Está apoiando outro membro da Polícia Militar. O que a prefeitura de Cabo Frio tem para os bolsonaristas quererem tanto pegar a caneta cheia de tinta?

PT + PMDB

O vereador Aquiles Barreto, depois que anunciou a candidatura a prefeito de Cabo Frio, não largou mais das mídias sociais. O vereador migrou para o PT e conta com o apoio do PMDB, que é controlado, no município, pelo ex-prefeito Marquinhos Mendes, proibido de ser candidato pela justiça.

Lives com José Bonifácio

A realização de várias ‘lives’, com lideranças comunitárias, políticos e candidatos a câmara, tem marcado a presença do ex-prefeito José Bonifácio, nas redes sociais da internet. A coordenação de sua campanha está em mãos do vereador Rafael Peçanha.

Mentiras

A iniciativa da CPI da Fake News é do vereador Miguel Alencar e é um fato político marcante nesse período da pandemia. Caso queira realmente investigar os vereadores não terão tanto trabalho: a cidade não é tão grande assim e como diria o sábio Vovô Bibiu, “a mentira tem pernas curtas”.

O Democratas

O Democratas em Cabo Frio é presidido pelo ex-secretário de fazenda, o “assessor especial” Antônio Carlos Vieira, mais conhecido por Cati. O prefeito Adriano Moreno e o vereador Miguel Alencar, que foi secretário de governo, também carregam o andor na procissão da Família Maia e tem ainda o apoio do governador Witzel, que é do PSC.

Acordo selado?

Tudo leva a crer que o acordo entre os grupos de Adriano Moreno/Cati e Aquiles Barreto/Marquinhos será consolidado para a eleição municipal. Miguel Alencar, devido a sua proximidade com Aquiles, é o articulador?

A rejeição!

O grande problema para os dois grupos será enfrentar a imensa rejeição da opinião pública ao governo, acrescida das rejeições de Aquiles e Marquinhos. É rejeição que não acaba mais. Como contornar? Usando a máquina pública? Difícil, a crise fiscal agravada pela pandemia do covid-19 não deixa.

A crise!

O prometido “auxílio emergencial” do governo federal não vai chegar em cota única, mas dividida em três prestações. Ajuda, mas não resolve tudo. A crise está instalada e exige medidas duras como cortar na própria carne. Terá o governo condições políticas para gerir, com eficiência a crise?

Reflexões

Dá para pagar em dia o funcionalismo público, pensionistas, aposentados sem desinchar a folha de cargos comissionados, as velhas e muito conhecidas portarias? Como um governo impopular vai fazer isso e ao mesmo tempo ganhar a eleição e fazer uma boa bancada na câmara?

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