PEQUENAS DOSES

Nos braços de Witzel?

Mesmo com Influenza e Covid-19 e restrições inerentes e impostas pela pandemia, às articulações políticas não cessam. Embora o PV nacional tenha uma linha de forte oposição ao bolsonarismo, em Cabo Frio, pode vir a dormir nos braços do governo de Adriano Moreno. E acordar assustado!

Grudado com Witzel

Fragilizado internamente por uma imensa rejeição da opinião pública o governo Adriano/Cati, em meio pandemia covid-19, tenta se agarrar no governo do estado, com Wilson Witzel. A presença de Iranildo Campos, de São João de Meriti, como secretário de saúde é um exemplo.

Frente Progressista

O PDT, PSB, PC do B e Rede de Sustentabilidade formam o eixo das forças progressistas em Cabo Frio e a tendência das alianças por todo o Estado do Rio de Janeiro. Essa frente de oposição ao bolsonarismo é a principal alternativa na defesa do Estado Democrático de Direito.

Serenidade & Calma

O discurso sereno, recomendações de cuidado e distanciamento social, além de palavras de conforto e incentivo, tem sido a tônica dos pronunciamentos do “prefeitável” José Bonifácio. A calma, diante da grave crise, é essencial para que se possa atravessar a tormenta.

Fracionamento da oposição

Em plena crise, o setor político-eleitoral da prefeitura de Cabo Frio, trabalha em tempo integral, estimulando novas candidaturas a prefeito. Como a rejeição de Adriano Moreno é muito grande, os “assessores especiais”, vislumbram no fracionamento da oposição, o único caminho viável para a reeleição.

O governo não cumpriu?

O grupo de Adriano Moreno está tendo a maior dificuldade para manter a nominata do Democratas. Segundo as paredes murmurantes do Palácio Tiradentes os acordos políticos entre o prefeito e os candidatos a câmara, não foram cumpridos. A turma está indo comer milho em outro batente.

Balões de ensaio

A maior parte dos “candidatos a prefeito” busca, na realidade, um assento naquelas magníficas poltronas do Plenário Oswaldo Rodrigues, na câmara municipal. Os “prefeitáveis de araque” não tem nenhuma estrutura capaz de viabilizar a candidatura.

Só para inglês ver

A candidatura a prefeito é “só para inglês ver”. Serve apenas para ganhar algum espaço na grande mídia e nas redes sociais para depois tentar conseguir um bom acordo com algum “prefeitável” de verdade. Quem sabe um cargo de secretário ou mesmo o apoio para conquistar uma vaga na câmara.

Brincadeiras sem graça

Nessa brincadeira com o eleitorado o número de “candidatos a prefeito” já ultrapassou 10 e não para de crescer. Os “candidatos” demonstram apenas que as preocupações são apenas com os seus próprios futuros políticos e não com as demandas da população.

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