A ARRECADAÇÃO É DE CAIR O QUEIXO

A prefeitura de Cabo Frio arrecadou nos 10 primeiros meses do ano a “pequena quantia” de R$ 692 milhões. Equivale a quase R$ 70 milhões/mês: são recursos importantes e que revelam vitalidade, mesmo dentro da crise vivida pelo país. O município, portanto, não é tão pobre como tantos gostariam fazer crer a população

NOTA ZERO EM PLANEJAMENTO

Apesar de estar bem acima da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) em relação à folha de pagamento de pessoal (cerca de 60%) significa uma gorda sobra de R$ 32 milhões/mês para custeio. Isso define a falta de planejamento do governo do ortopedista Adriano Moreno e seu companheiro de aventuras políticas e administrativas, Antônio Carlos Vieira, o Cati.

INSENSIBILIDADE SOCIAL

Retirou R$ 30 milhões do orçamento da educação. Recursos que poderiam melhorar a merenda e a estrutura, importantes para melhorar o ensino publico municipal, beneficiando milhares de alunos, em particular aqueles oriundos das famílias mais pobres.

ADRIANO TRAIU OS COMPROMISSOS DE CAMPANHA

O governo de Adriano Moreno não respeitou o discurso e traiu compromissos de campanha, que havia firmado com os apoiadores e o povo em geral: o que sobrou do candidato? Quem é o homem que hoje senta na cadeira de prefeito? Muita coisa mudou, tornando o prefeito irreconhecível, principalmente para aqueles que nele acreditaram.

ESQUEÇAM O QUE EU DISSE?

O prefeito que transferiu recursos da educação e diminuiu os da saúde, é o mesmo que prometeu, durante a campanha, extinguir a Comsercaf, considerada por ele o “ralo do dinheiro público em Cabo Frio”. Aboletado no poder, Adriano Moreno aumentou em 150% os recursos da autarquia. Então, o que dizia durante a campanha era demagogia? Numa comparação barata com FHC o que vale é “esqueçam o que eu disse”?

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