OS DESERDADOS DE ADRIANO.

Os deserdados de Adriano.

A grande queixa dos deserdados de Adriano Moreno é que aqueles que planejaram, coordenaram e constituíram o motor da campanha ficaram “a ver navios”. Quem, dessa turma, entrou para o governo ficou pouco tempo, afastado em virtude da nova realidade política da cidade.

“Cabos e generais eleitorais”.

São numerosos os exemplos de “cabos e generais eleitorais”, que, por diferentes motivos foram discriminados na nova relação de poder, que se instalou no Palácio Tiradentes. O poder dos “deserdados de Adriano” durou bem pouco tempo: não emplacou sequer um ano.

A pureza foi para o brejo.

A idéia do trio: Adriano Moreno, Antônio Carlos Vieira e Sérgio Ribamar é escolher outro político para polarizar e ganhar a eleição com a “força da máquina” e tudo aquilo que essa expressão possa traduzir. A polarização deve se dar com o ex-prefeito José Bonifácio Novellino, na medida em que os outros possíveis candidatos fazem parte do mesmo arco político e ideológico.

Quem não percebeu e não se adaptou, “dançou”.

Todo aquele discurso da época da campanha eleitoral caiu por terra e não mais faz parte do cotidiano de tão belas figuras da “nova política cabofriense” ou “bolsonarismo enlatado”. Aquela liberdade que o prefeito deu ao secretariado acabou e tem tempo, só não percebeu quem não tem o menor discernimento político, portanto “dançou”.

O “bolsonarismo enlatado”

Os novos tempos do “bolsonarismo enlatado”, que a cidade comprou na eleição, são de “ordem unida” e não tem espaço para quem errar o passo. Os progressistas que apoiaram o bolsonarismo podem espernear, mas cometeram mais um erro de avaliação, talvez pela avidez em chegar ao poder.

Resta a parceria dos amigos.

Da República do Edifício das Professoras (Edifício Lila) só restam dois nomes, o “homem forte” da prefeitura, Antônio Carlos Vieira, devidamente blindado pelo prefeito e o professor de educação física Flávio Rebel, na secretaria de esportes, que não abre a boca para falar de política, dentro do time do “bolsonarismo enlatado”, mas como não é bobo, sempre que pode prestigia Antônio Carlos Vieira.

Contra a criminalização.

Os artistas da SAL (Sociedade de Artistas Livres), que realizaram o “Ocupa Charitas” continuam se mobilizando contra a criminalização de quatro lideranças do movimento, Taz Mureb, Ravi Arrabal Heluy, Filipe Azul Casu e Yuri Vasconcellos. Reclamam da falta de apoio: “O silêncio da militância de Cabo Frio é constrangedor” (Taz Mureb).

Livre expressão! Algumas lideranças da Sociedade de Artistas Livres (SAL) fizeram algumas críticas a uma das postagens da coluna ‘Pequenas Doses’. O blog dá todo o espaço para que essas críticas possam ser colocadas dentro do próprio Blog do Totonho. Por uma questão de espaço é só o coletivo mandar que o texto será publicado

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