Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

A prefeitura de Cabo Frio alega que o não funcionamento serviços de saúde, na segunda e na terça, foi por conta do recrudescimento da violência em determinadas áreas da cidade. Antes fosse pela greve dos servidores.

A pauta dos grevistas.

A paralisação dos servidores municipais continua com assinatura do Livro de Greve no sindicato. No dia 1º de julho acontece nova Assembléia Geral, logo após a reunião com o governo. Na pauta, o restante da reposição inflacionária (4,01%) e o pagamento do 13º salário de 2016.

Grande ou pequena a adesão dos servidores?

As lideranças sindicais garantem que a greve está com adesão de ao menos 70% entre os servidores da saúde. Segundo essas lideranças, a deliberação é manter a greve enquanto não for pago o 13º salário de 2016, até hoje pendente. O governo tem negado seguidamente esta adesão significativa.

Duas realidades

As pessoas que de alguma maneira “batem com os costados”, na UPA-Cabo Frio, quase sempre tem, na “ponta da língua” elogios ao atendimento prestado pelos funcionários da saúde. Ao contrário, sobre as condições de trabalho e medicamentos básicos.

Árdua tarefa

Reverter à impopularidade do prefeito Adriano Moreno, cujo desgaste atingiu níveis preocupantes para um governante, de “mandato tampão”, que pretende a reeleição. Esta é a missão da especialista em comunicação social, Andreia Gorito, que tem experiência tanto na área pública, quanto privada.

Sucesso ou fracasso?

O sucesso da “nova chefe”, da área de comunicação social, vai depender em grande parte da melhoria da qualidade do governo. A articulação política é até agora bastante sofrível, inclusive na relação com a câmara, apesar dos acenos com a reforma administrativa.

“Arroz de festa”

O prefeito Adriano Moreno, no melhor estilo populista, virou “arroz de festa” e comparece a qualquer cerimônia, mesmo que seja para inaugurar a operação “tapa buracos” ou algo semelhante. Ele, que, estudou e se formou na “escola do alairzismo” não tem o mesmo traquejo do “velho morubixaba”. Qual será o resultado?

É muito “chororô”

O governo reclama muito, é um “chororô danado”, mas faz muito pouco e quando faz o resultado é pífio. Isso vale para a operação “tapa buracos”, da mesma maneira que o controle sobre as finanças da prefeitura. No 1º semestre, já está amargando uma realidade quase caótica. Caro servidor, imagine no avançar do 2º semestre.

Troca de funções

O governo certamente faria grande negócio se entregasse a secretaria de fazenda ao empresário e professor Clésio Guimarães Faria, com grande experiência no setor e chamasse de volta o “eterno tesoureiro” Paulo Machado, junto com Manoelzinho. A secretaria ia funcionar afinadinha e arrecadar bem mais que hoje.

DNA político

O engenheiro e especialista em mercado financeiro, Antônio Carlos Vieira, de extrema agressividade durante a campanha de Adriano Moreno, nas redes sociais, poderia ser deslocado para a posturas. Nesse setor poderia liderar a fiscalização e repressão aos ambulantes: pelo DNA político, se sairia melhor.

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