A VALSA DO ADEUS OU QUEM FICA? QUEM SAI?

A crise da “República do Edifício das Professoras” é evidente, mesmo para os turistas que visitam rapidamente o município: a cidade está em estado deplorável. Os mais irados da oposição dirão: “a cidade está largada”

Muitos dizem que ninguém poderia imaginar que a turma do “Edifício de Tia Lila” fosse tão incompetente. Não é o caso de alguns “velhos chatos”, que sempre viram a aliança formada para a eleição, com grande desconfiança. Não era preciso lupa e muito menos algum microscópio sofisticado para dizer que ali tinha de tudo, menos coerência política e ideológica.

Mesmo assim tem a turma que não quer “largar o osso”. Inventa toda sorte de argumentos para justificar a adesão. Mantém os votos das bodas, apesar do casamento já ter ruído por conta da mais desmoralizante traição: “só não vale andar na Praça Porto Rocha de mãos dadas”, dirão os mais conformados.

A verdade é que a mistura da crise com a reforma administrativa e o “freio de arrumação”, não permite lugar pra todo mundo. O estágio atual do combalido tesouro municipal, não agüenta tanta gente como nos áureos tempos em que os poços novos da hoje veterana Bacia de Campos, jorravam petróleo e royalties a “dar no pau”.

Para a turma que vai sair basta cantar a “Valsa do Adeus”, embalada por poucas lágrimas e muito ressentimento, travestidos de “indignação democrática”.

Brincando com a velha fraseologia eleitoral: “não deu certo, porque não podia dar certo”.

Tchau!!!!!!!!!!!!

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