PEQUENAS DOSES

  • Ainda repercute o amadorismo político de Adriano Moreno, Antônio Carlos Vieira e outros secretários, na coletiva de imprensa. A coletiva foi marcada para explicar a reforma administrativa, mas rolou de tudo um pouco.
  • O amadorismo continuou ontem, na reunião do Conselho do Fundeb. O secretário de fazenda, o 1º ministro, Antônio Carlos Vieira, reconheceu que realmente tirou recursos da Educação e repassou para a área de Saúde, piorando ainda mais a imagem do governo de Adriano Moreno.
  • Em hora tão delicada, o secretário de fazenda se estressou na reunião do Conselho do Fundeb, ampliando os atritos do governo com a sociedade organizada. Os “barracos” produzidos na reunião certamente poderão produzir novos imbróglios jurídicos.
  • Os políticos reclamam da interferência e protagonismo do Judiciário. Na primeira oportunidade judicializam as questões que poderiam ser resolvidas por negociações políticas. A continuar assim vão virar meros coadjuvantes do processo democrático.
  • A reforma administrativa, como se previa, teve grande repercussão na câmara. Vereadores que não eram da base estão batendo na porta para entrar, mesmo que discretamente para não “queimar o filme”. Afinal, o governo continua bastante impopular.
  • O Barber Shop é o “point” do Canal do Itajuru ou Boulevard Canal onde se reúne o já famoso “senadinho”: empresários, políticos, jornalistas se encontram para debater a política da cidade ou simplesmente fazer fofoca: depende do humor.
  • Cláudio Leitão dizia na tarde de ontem no Café per Tutti, que ainda não decidiu seu destino político. Não sabe se irá se candidatar e o partido político. O ex-secretário municipal de educação foi por muitos anos presidente do PSOL, inclusive candidato a prefeito.
  • A presidente da ACIA, empresária do setor imobiliário Patrícia Cardinot, tem imprimido o veloz ritmo feminino a entidade. É uma exigência do momento de crise enfrentado por Cabo Frio: o desemprego afeta número cada vez maior de famílias cabofrienses.
  • A crise econômica ampliou-se no governo Bolsonaro, o desemprego bate seguidos recordes, enquanto o presidente da república se dedica a questões da moral cotidiana. Em Cabo Frio a prefeitura também está em crise e agrava ainda mais a situação econômico-financeira, mas os poderosos não abrem mão dos seus privilégios. Como diria Vovô Bibiu, “enquanto tiver cavalo, São Jorge não anda a pé”.
  • Os representantes de Cabo Frio, na Assembleia Legislativa, Mauro Bernard e Sérgio Luiz Azevedo, contribuíram para o aguçamento da política obscurantista do governo Bolsonaro. Ambos votaram para a criação de CPI para investigar as universidades públicas do Estado do Rio.
  • Os dois deputados, com esse apoio, revelam suas posições políticas de extrema direita, contrários a Educação e a Ciência, enfim, ao Conhecimento. É lamentável que Cabo Frio e outras cidades da Região dos Lagos tenham contribuído para a eleição dos dois.
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