O VOTO, DA RAZÃO A EMOÇÃO.

O processo eleitoral não obedece como muitos imaginam ao controle dos grandes analistas e pesquisadores do marketing político, chamados por alguns de gênios, bruxos etc.

Existe também o imponderável, um acontecimento qualquer, durante o período eleitoral, que muda completamente o curso da história. O novo rumo, em geral, foge ao controle dos estatísticos e matemáticos.

Dá aquele nó na cabeça dos analistas, cuja racionalidade não trabalhava com a possibilidade de mudança tão radical no planejamento estruturado há tempos. Existem exemplos palpáveis que transformam um “cavalo paraguaio” em vencedor.

Apesar de todas as tentativas de transformar o processo eleitoral numa equação matemática, com resultado pra lá de previsível, o acaso tem sido fundamental na história política brasileira. É só examinar as últimas décadas da república.

Os gurus e sabichões se perdem diante do brilho de uma atuação, de um carisma, que anula qualquer previsão dos “mestres”.

É por essas e outras que numa eleição o eleitor tem que se “apaixonar pelo candidato”, se emocionar com seu discurso e até cair em lágrimas por inflexões. Assim ele o escuta, abraça e faz do discurso do candidato, o seu. Assim, o voto cai na urna.

A razão estrutura, mas emoção ganha à eleição.

Compartilhe:
RSS
Follow by Email
Facebook
Twitter

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *