SERÁ QUE TEM VERGONHA NA CARA?

O próximo político a sentar na cadeira de prefeito de Cabo Frio vai encontrar um quadro complexo, difícil de governar em tempo de aguda crise econômico-financeira, política e administrativa.

Os tempos áureos do tsunami de royalties sobre a cidade se foram. Restou uma prefeitura obesa, eticamente questionada, desacreditada junto à população e os investidores.

Após vinte e poucos anos do mais absoluto descontrole financeiro e administrativo, como se a prefeitura estive nas mãos com uma fábrica de dinheiro e ouro em pó, o município quebrou.

A prefeitura vive de “pires nas mãos” junto aos “witzels da vida”, tentando garantir um asfaltinho aqui, outro acolá para tapar os buracos, que quase impedem o trânsito nas ruas.

A cidade está tão caída, que sequer cuidou de sua principal praça, que após uma reforma ridícula, que tentou dar a ela piso de “shopping de subúrbio”, está imunda e quebrada. A Praça Porto Rocha foi tratada como coisa qualquer nos últimos anos.

Pois é, após tantos anos de domínio da “politicagem dos royalties” Cabo Frio não tem praça, não tem cemitério: não tem nada. Será que tem vergonha na cara?

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