FREIO DE ARRUMAÇÃO

Até mesmo os cabofrienses mais tranqüilos e amáveis, que não deixam seduzir pelo radicalismo político provinciano, estão inquietos. A cidade cai aos pedaços e sob qualquer ângulo de análise.

Não cabe aqui tornar o atual prefeito o inimigo público nº 1, mas também não merece a isenção, com aquela cara de paisagem que sempre o caracterizou. Ao menos nos últimos acontecimentos mostrou que o sangue esquenta nas veias: menos mal!!

As últimas décadas, a partir da enxurrada dos royalties do petróleo, assistiram o inchaço sem medidas e descontrolado da ocupação urbana. Desenvolvimento e planejamento ficaram circunscritos ao dicionário e a letra morta de leis, que nunca saíram do papel.

Nadando em dinheiro, a elite política municipal, abandonou por completo o olhar para o desenvolvimento sustentável e desperdiçou bilhões (bilhões mesmo) através de ralos, até hoje, bem mal explicados e nunca vedados.

Hoje, a cidade repleta de vícios, parece incontrolável e de governo a governo aprofunda sua crise institucional, sócio-econômica e política: muitos moradores estão prestes a desistir, fazer suas trouxas e procurar lugar melhor para viver.

Há muito Cabo Frio precisa de um “freio de arrumação”, aquele que o motorista aplica no coletivo quando o ônibus está lotado, mas ainda tem gente para entrar.

É por aí!!!!!!!!!!!!!!!

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