‘AS ARMAS E OS BARÕES ASSINALADOS’

A crise intestina existente na prefeitura de Cabo Frio não inibe o jogo político nos corredores da câmara. Em andamento, ao mesmo tempo, a decisão sobre as contas rejeitadas do ex-prefeito Marquinho Mendes e o pedido de abertura de processo de impeachment do prefeito Adriano Moreno pelo vereador Rafael Peçanha.

O ex-prefeito circula de gabinete em gabinete para conseguir os doze votos necessários para reverter à decisão do TCE-RJ de rejeitar as suas contas. Segundo os rumores, cada vez mais audíveis, o ex-prefeito estaria cobrando dos vereadores fidelidade em função das benesses cedidas no passado.

É nesse mar revolto, onde passado e presente se misturam, que começa a navegar o processo de impeachment do prefeito Adriano Moreno, que precisa de nove votos para seguir adiante.

O clima no legislativo, segundo alguns vereadores com grande capacidade de articulação, indica que as possibilidades de sucesso de um processo político dessa natureza, de conseqüências gravíssimas, são reduzidas.

Membros do “Baronato do São Bento” dizem, que estão tranqüilos e que a fragilidade das denúncias é perceptível, contribuindo para o fracasso da iniciativa.

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